segunda-feira, 20 de junho de 2011

Sustentabilidade




Esta é a exposição de Christian Ullmann que faz uma reflexão sobre as coisas que usamos no nosso cotidiano e como temos consumido sem necesidade. Ele faz parte assim como eu do "faça voçê mesmo". na minha pizzaria tenho feito muitas coisas num fica perfeito mas pelo menos o consumo de materiais é mínimo, isto tem um impacto positivo no planeta. Vale a pena ver esta exposição. Pena que esta em São paulo e fica dificíl ir la ver pesoalmente. Esta dica fiquei sabendo no Gaiatos e Gaianos.

sábado, 18 de junho de 2011

Historia da Serra do Brigadeiro

Serra do Brigadeiro

Os Puris da Serra dos Arrepiados, hoje Serra do Brigadeiro

"Os índios Puris eram hábeis pescadores que viviam originalmente no Litoral do Espírito Santo e Rio de Janeiro. No entanto, tiveram que se adaptar às regiões serranas a partir de 1500 em conseqüência da chegada dos portugueses, e a conseqüente escravização, algo que os Puris não suportavam, comum em todas as tribos.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Vinícola Na Califórnia










Vinícola na região de Santa Helena Califórnia Imagens do blog TudoeDimais Fui numa cavalgada e vi muitas pedras como estas soltas pela estrada, o lugar é maravilhoso, na hora pensei numa casa nas montanhas feita de pedra, como esta vinícola

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Cavalgada

Sou meio travado para escrever, sei lá fico sem jeito de falar de min, de passar a impressão de um certo narcisismo ou de presunção, talvez de até uma certa arrogância. No Blog idéias de fim de semana a autora Anna Terra fala com tanta naturalidade da vida dela, das coisas dela que está me inspirando a falar mais de min.
Gostaria de compartilhar com voçês uma das coisas que mais gosto de fazer cavalgar. Morei em Juiz de Fora por longos 16 anos, até me mudar para Ervália, uma cidade perto de Viçosa MG. tinha anos, a última vez que andei a cavalo foi na minha infância e fazia um certo tempo (uns trezentos anos... hehehhe) que não andava.Fui convidado para uma cavalgada, eu iria fazer o churrasco esperando os cavalheiros em um sítio. Na volta com "um monte de cerveja na cabeça" resolvi voltar a cavalo, tinha anos que não montava arrumaram pra min a égua mais trotona do Mundo! Fui socando até chegar na cidade, uns dez Km somente... Foi aquela "risaianda" me elegeram presidente do clube dos cavaleiros, que clube? O que esta sendo feito agora responderam. No mês seguinte fui convidado novamente, mas como ir sem montaria? Sendo certíssimo o ditado que diz que São Jorge não anda a pé recorri a minha mulher que é nativa de Ervália para arrumar minha montaria. Vai no Marquinho e pega cavalo com ele... mas como se nunca vi o cara, Gi. Vai lá que ele te arruma respondeu.(O Marquinho tem uma casa que é um sítio dentro da cidade um lugar bacana com vacas e cavalos coisa de cidade pequena e hospitaleira) o cara nunca tinha me visto, arrumou um cavalo, não cobrou nada, super bacana, gente boa, ficou mais um amigo na vida.
Depois foi só alegria, todo mês com cavalgada, as mulheres iam na frente com as crianças (não a cavalo mas de carro e esperavam a gente num sítio onde era o ponto de chegada), lá o responsável pela cavalgada do mês tinha que providenciar os comes e bebes. A volta era quase sempre nas noites de lua cheia. Uma maravilha, principalmente para quem morou tanto tempo em apartamento, sem tempo nem para curtir as coisas simples e importantes da vida, como uma simples e maravilhosa lua cheia.
Foi quando surgiu a Cavalgada em Torno da Serra do BrigadeiroO nosso grupo é frequentador assíduo, fomos em três edições das seis que ouveram. Adoro, passo o ano todo esperando pela próxima Cavalgada do Entorno. Para quem não sabe (eu não sabia) Os únicos parques estaduais de Minas que permitem entrada a cavalo são o Cipó e a Serra do Brigadeiro. O intuito desta cavalgada é divulgar o Parque da Serra do Brigadeiro Este ano foram 254 participantes entre cavaleiros e amazonas, fora o pessoal de apoio. Uma festa só. Além das belezas naturais da região, o diferencial é o povo da região que é hospitaleiro e o principal gosta de receber gente de fora.

Galera de Ervália

Trilhas
Amigos de Belo Horizonte da esquerda pra direita: Ronaldo, Eu, Altair, Jackson.


Almoço
No Topo das Gerais...

Tem que ter buteco... afinal ninguém é de ferro...
Algumas fotos das paisagens e da "Galera"!
O site do organizador: Cavalgada Aldeia da Vida

O que faço com tantas palavras?
Onde eu me vejo diante de todas essas palavras?
Por onde passo na rua, na Web, em casa nos livros, vejo tantas palavras, eu me vejo nesta enxurrada de letras, sinais que são como letras.
Neste caudaloso rio de sinais
com ou sem sentido
Sou levado não sei pra onde num mar de palavras, sem dó nem piedade e fico náufrago-refém de Letras!

domingo, 24 de abril de 2011

Mercearia das Antigas

Muito legal este vídeo que achei em: amenidadesdodesign.blogspot.com

um exemplo perfeito de sustentabilidade. Moro em uma cidade que é muito menor que Itabirito mas que nao tem mais dessas vendas pode ser que na zona rural ainda se acha mas na área urbana chegou o "tal do progresso" ficando relegado a cafonice este tipo de comércio. Uma pena... Atraso pra min é gente que nunca se preocupa com o outro. Este vídeo nos mostra como estes comerciantes uniram negócio e cidadania.


Itabirito fica no caminho quando vou a Belo Horizonte com certeza irei ver pessoalmente a Mercearia Paraopeba

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A Elegância do Comportamento

Adaptado de Toulouse-Lautrec por Carlos Augusto Roveri*

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples ‘obrigado’ diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais.

É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade.

É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza.

Atitudes gentis falam mais que mil imagens… Abrir a porta para alguém é muito elegante… Dar o lugar para alguém sentar… é muito elegante… Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma… Oferecer ajuda… é muito elegante… Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante…

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.

* Carlos Augusto Roveri é Administrador de Empresas pela FAAP (1977). Adaptação de trecho do livro “Educação Enferruja por Falta de Uso” do pintor pós-impressionista francês Toulouse-Lautrec (1864-1901).


www.cura te.blogspot.com

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Será Maldição?


Li ontem no Jornal Estado de Minas que os restos mortais de três inconfidentes serão depositados no museu da Inconfidência em Ouro Preto. Muito interessante e muito bonito, o que me surpeende será a cerimônia com altas doses de autoridades (dizem que até a Presidente virá). Essa cerimônia esta marcada para o dia 21 de abril na cidade histórica de Ouro Preto.
Adoro Ouro Preto, toda vez que vou para Belo horizonte dou uma passadinha lá, mas, acho a cidade muito triste, sinto uma tristeza no ar que eu acho que foram os imensos sacrificios que a população teve que passar para que a coroa portuguesa tivesse o seu precioso ouro. Depois de quase três séculos, montam esse circo com o resto mortais dos inconfidentes, e os restos mortais destes Mártires estão com certeza revirando dentro da urna ao voltar para o lugar que tem a maior carga tributária do Brasil. Naquela época eles estavam questionando o quinto (20%) do ouro extraido, e hoje? Só o imposto de renda 27%. ICMS 18%, ISS, IPVA, TAXAS, etc, etc...
Fico imaginando no melhor estilo de ficção cientifica se nossos cientistas resolvesem ressucitar nossos inconfidentes, com certeza eles sairiam correndo, com a certeza que esta nossa Gerais está amaldiçoada.  E a cara de pau dos políticos? Se os restos mortais dos ditos pudessem dizer não diriam implorariam para ficarem na África...

quarta-feira, 23 de março de 2011

Inspiração

"É impossível" disse o orgulho.
"É arriscado" disse a experiência.
"É inutil" disse a razão.
"Dê uma chance" sussurou o coração.

Manifesto de Alunos do curso de Nutrição

No Blog da Neide Come-se li e fiquei feliz com o manifesto do alunos da faculdade de Nutrição da USP. Quando a gente pensa que tudo esta perdido... Nem tudo esta perdido ainda existe pessoas que ainda não se venderam para o dito "Sistema".  A indústria do Jabá expandiu além dos laboratórios farmacéuticos. Mas, pensando bem... as multinacionais estão mesmo é fazendo comida de laboratório... Está cada vez mais raro encontrar sabor de verdade. Olha que moro no interior, onde na teoria deveria a comida ser mais pura e saborosa, quanto engano. Ainda bem que existe pessoas com alma guerrilheira para enfrentar essas indústrias sinistras, para não dizer mortíferas... E a faculdade de nutrição de Viçosa? (UFV) Será que rola Jaba lá também? Se alguém souber me diga.

Fotos Pizzaria



Fotos do dia!

 
Mesa de Pallets que eu mesmo fiz. Janelas e portas de demolição (essas portas e janelas têm 140 anos!)

Latões antigos presente de amigos. (obrigado Betinho)


Cilindro antigo (à esquerda) também presente

Janela de demolição em madeira sucupira.

No cantinho esquerdo uma roda de madeira, negociei em troca de pizza.


 a janela com detalhe bonito também é de demolição.

Amo muito tudo isso...

Dia Internacional da Água

Ao lado da minha pizzaria tem uma "biquinha" como se diz aqui no interir de Minas, uma fonte que está bem "judiada". Estou pensando em fazer uma campanha para melhorar a aparência desta fonte.



Nas fotos a saida de água é baixa porque antigamente as pessoas que vinham da "roça" lavavam os pés nesta bica.

Um poema em homenagem a Biquinha.

quarta-feira, 2 de março de 2011

A Rua Não É Mais a Mesma...




A insurgência das pipas (e outros jogos potencialmente subversivos)
por Marcelo Terça-Nada!

Texto de Wellington Cançado | Fotos: Marcelo Terça-Nada!
1ª Parte

Bente altas, queimada, rolimã, futebol, pipa, pique-esconde: jogos e brincadeiras de rua. Todos extintos com a extinção da própria rua. Afinal, depois de tanto “matar a rua” ao longo do século 20 parece que finalmente conseguimos o que queria Le Corbusier, aquele arquiteto franco-suíço que queria também demolir a Île de la Cité em Paris onde se encontra a Notre Dame para ali erguer a sua “Cidade Radiosa”, uma espécie de Barra da Tijuca primordial.

Mas não é que a rua propriamente dita tenha desaparecido, afinal todos os dias somos surpreendidos por outdoors propagando a duplicação e o alargamento das vias por toda a cidade. O que desapareceu mesmo, foi a possibilidade da rua como lugar do ócio, do encontro, das brincadeiras, dos jogos e da festa. Desapareceu a rua como lugar privilegiado da infância, ou de infâncias privilegiadas. Aquela infância dos nossos pais nas florescentes porém ainda humanas capitais, mas também a rua das crianças dos interiores por todo o país. Ruas em que crianças passavam as noites jogando e brincando, em que os portões eram gol, que a calçada era pista, que o degrau era rampa, que o muro era esconderijo, que a árvore era desafio, que o lixo era brinquedo, que o asfalto era campo, que os carros eram raros.

Pois, as razões desse fato histórico são óbvias: o crescente aumento da frota de veículos sustentada por políticas públicas tardo-desenvolvimentistas equivocadas (vide Linha Verde em Belo Horizonte, duplicação da Marginal em São Paulo e a recente redução de IPI dos automóveis) corroboradas pela gradual e covarde substituição por parte da classe-média urbana de todas as esferas do público por soluções imediatistas e privatistas: o SUS pela Unimed, o grupo escolar pela escola particular, o ônibus pelo “zero quilômetro”, a polícia pelo vigia de plantão, o mercado pelo shopping, o buteco pela praça de alimentação, o bairro pelo subúrbio militarizado, a praça pelo clube da moda, e claro a rua pelo condomínio e seus indefectíveis pilotis, área de lazer, gazebo gourmet e salão de festas.

Em tempos de “civilização capsular”, “cocooning”, “cidades de muros”, ou qualquer outra expressão que os teóricos da cidade possam encontrar para descrever esse fenômeno que é global, mas indiscutível e absurdamente mais violento e nefasto nos trópicos, a rua se tornou simplesmente um lugar de passagem e circulação (motorizada, obviamente). E sendo assim, lugar puramente utilitário, regido pelo relógio do trabalho, do comércio e do rush, se tornou lugar escuro, ermo, vazio, perigoso, assustador, terra de ninguém.

Não foram suficientes os escritos de Jane Jacobs ainda na década de 1960 sobre a morte e vida das cidades americanas para mostrar que a rua quando movimentada, frequentada e apropriada fornece a única segurança contra a mediocridade, a violência e a falta de imaginação: a presença do outro, logo ali.

Não são suficientes também as férias na “Europa para todos” oferecidas pela CVC (14 dias, a partir de € 1.044) e o deslumbramento com as ramblas catalãs, as vielas venezianas ou os campos elíseos para entendermos que financiando voluntariamente o desaparecimento da rua estamos abdicando da própria experiência da cidade, da construção de um futuro coletivo e de uma história particular.

Não tem sido suficiente a própria realidade tacanha em que estamos imersos e que sufoca cotidianamente emergências de outras culturas urbanas para que nos engajemos por alguma mudança.

Afinal, nessa cidade estéril e pateticamente previsível, pavimentada, revestida, impermeabilizada não há mais lugar para se “olhar nos olhos dos outros” como escreveu Maria Rita Kehl, nem para a ingenuidade, nem para a imaginação, muito menos para as crianças.

Pobres criaturas as crianças. Antes eram o “futuro da nação” e hoje são criadas como ratinhos de laboratórios indefesos em seus enclaves fortificados ou tratadas como criminosas nos poucos recantos públicos disponíveis para se soltar pipas sem medo do choque elétrico e para jogar bola sem se preocuparem com os carros.

Testo retirado do site:

http://virgulaimagem.redezero.org
P.S Estou cada vez menos nostalgico, acho que o mundo mudou e mudou pra caramba! As pessoas estão em busca de segurança, e onde elas encontram? Nas cidades. Quando se é jovem queremos ir de encontro com o mundo dito civilizado das grandes e médias cidades, quando não muda a família inteira (para estudar os meninos...). E depois? Voltamos na velhice buscando tratamento médico... Será que a rua morreu ou foi assasinada?

Água engarrafada

 Interessante este vídeo sobre água engarrafada. Faz a gente pensar em coisas simples que poluem. As vezes fica difícil acreditar que uma simples garrafinha polua tanto.



A falta que a normalidade nos faz

Hoje na pizzaria recebi uma visita, nesses tempos que não se pode receber visitas. Veio o meu grande amigo Cristiano Sena, veio comer uma pi...