quarta-feira, 25 de abril de 2012

Queijos no Brasil






Com um volume produtivo ligeiramente inferior ao da Holanda, o Brasil ainda tem um consumo de queijo per capita muito baixo, cerca de 4,0 kg, considerando-se sua numerosa população. Esse consumo é 20% inferior ao consumo dos países desenvolvidos, o que indica um enorme potencial para as indústrias de queijo do país.
Para chegar às quase 770 mil toneladas de produção anual de hoje, um volume digno de nota, a história dos queijos brasileiros passou por fases distintas: Embora o Brasil tenha sido descoberto e colonizado por portugueses, povo que já possuía uma cultura queijeira, a produção de queijos por aqui começou muito devagar e, de forma esparsa, situação que perdurou até o final do ciclo da mineração do ouro em Minas Gerais. A principal razão desse atraso residia no fato dos produtores evitarem sacrificar os animais para a produção do coalho necessário, esperando a oportunidade de ter estômago de porcos, tatus, cervos e outras espécies de animais. Claro que o resultado saia diferente a cada tipo de coagulante utilizado.
Somente depois de 1870, com a chegada de vacas da raça holandesa em uma área apropriada para a produção de leite, na serra da Mantiqueira, mais precisamente na vila de Palmyra, (hoje Santos Dumont) é que o queijo passou a ser considerado como uma boa opção para o escoamento do excesso de leite que começava a se verificar por aqueles lados.
Foi então que um comerciante português que vivia na região decidiu convidar dois queijeiros holandeses para iniciar a produção do queijo Edam, que costumava ser exportado da Holanda ao Brasil via Portugal, por isso era conhecido como Queijo do Reino. Após várias tentativas sem sucesso, eles acabaram chegando a um bom resultado e assim nasceu o nosso Queijo do Reino.
Inicialmente, eles eram embalados em latas e enviados para os mercados em São Paulo e Rio de Janeiro e também para Recife. A distância do centro de produção das três principais cidades do país provocava uma maturação complementar, quase sempre em temperatura ambiente. Este processo involuntário acabou transformando o queijo brasileiro em um queijo diferente do original holandês e, para muitos, com um gosto superior ao original.
O curioso é que este queijo ainda utiliza as latas como embalagem, e é difícil convencer os clientes e consumidores que hoje elas não são mais necessárias.
Um pouco antes, nas regiões da serra da Canastra e do Serro, a produção dos queijos artesanais conhecidos como Queijo Minas ganhava cada vez mais importância fora das zonas de origem e hoje, mesmo com as restrições injustamente impostas pelo Ministério da Agricultura, continuam sobrevivendo e exercendo uma grande atração sobre uma multidão de apreciadores desses chamados queijos de “terroir”.
Em 1920, uma pequena onda de imigrantes dinamarqueses chegou ao porto do Rio de Janeiro à procura de um lugar apropriado para a produção de queijos. Eles descobriram o sul de Minas Gerais, onde começaram a produzir queijos inspirados nos originais dinamarqueses, mas adaptados às condições brasileiras. Entre outros, eles criaram o queijo Prato, o Bola, o Estepe e até o Minas Padrão. Esses pioneiros dinamarqueses deixaram uma grande contribuição para a indústria de queijos no Brasil ao difundir uma cultura empresarial ligada à gestão de laticínios, que permanece até hoje.
Autor – Jair Jorge Leandro – Especialista em Queijo
De onde Tirei: expopizzawordepres.com

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Trailer Contra Ressaca e Colocado nas Ruas de Nova York



fabricante de pimentas  molhos apimentados Tabasco colocou nas ruas de Nova York um trailer que distribuiu pratos à base de pimenta, ditos combater os sintomas da ressaca. Batizado de Tabasco Hangover Headquarters, o trailer foi exposto no dia 18 de março - um dia após o de comemoração a São Patrício, ou Saint Patrick, padroeiro da Irlanda e data caracterizada por aumento no consumo de bebida alcoólica. Os pratos foram criados e feitos pelo chef Laurent Tourondel, a mente por trás doempreendimento Bistro Laurent Tourondel, ou BLT. 

O menu envolveu pratos como ovos mexidos, hambúrgueres e mini-pizzas, entre outros, todos apimentados. A comida, distribuída gratuitamente, fez parte de campanha de marketing da Tabasco para os fatores de combate à bebedeira trazidos pela pimenta. 

A Tabasco é uma marca mantida pela McIlhenny Company, responsável pela fabricação do molho desde 1868. A receita veio do empresário Edmund McIlhenny, que plantava mudas de pimenta vermelha em sua casa na Ilha de Avery, no estado norte-americano da Louisiana, desde 1860. Tabasco na realidade era sua segunda opção para o nome da marca. A intenção era nomeá-la Petit Anse, nome de uma ilha da família, que não concordou com seu uso comercial. A fábrica da marca na Ilha de Avery chega a produzir 450 mil garrafas de 60 ml do molho de pimenta por dia.



Pequenas Empresas Grandes Negócios

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O Livro do Brigadeiro





Tem certas coisas que de tão arraigadas e de serem tão vista parecem que nem foram criadas, que simplesmente já nasceram junto com o mundo, uma delas é o Brigadeiro este docinho maravilhoso que faz parte da meninice de todo mundo. Olhando a Net descobri que tem até livro dedicado especialmente para este docinho e uma coisa que eu não sabia era que o nome Brigadeiro foi em homenagem ao candidato a presidência da república Eduardo Gomes, que era Brigadeiro. As suas eleitoras faziam o doce e diziam que era o preferido do Brigadeiro, ficando assim o nome, isso na década de 40 do século passado. Eu tenho comido pouco doce tenho preferido tomar minha cerveja, mas que esse doce é gostoso ninguém pode negar. Esta receita é dos primordios do doce quando ele era feito com gemas de ovos.

Brigadeiro

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
3 gemas de ovo caipira
1 colher (sopa) de manteiga extra
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
Raspas de um bom chocolate para confeitar
Modo de fazer:
Coloque água para ferver em uma panela e cozinhe ali uma lata (fechada) de leite condensado por 30 minutos. Espere esfriar um pouco, abra a lata e despeje seu conteúdo em outra panela, com as gemas, a manteiga e o chocolate em pó. Misture bem, leve ao fogo e mexa sem parar até formar uma bola. Quando estiver frio, faça bolinhas com essa massa, passando-as em raspas de chocolate.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Viagem

Nesta semana que passou fiz uma viajem para o litoral do Rio em Angra dos Reis e Paraty. Já sabia que era um lugar de milhonários, mas fiquei assustado, como está caro viajar pelo Brasil. Os restaurantes, a comida de rua, a cerveja, o lanche tudo muito caro. E a ironia era que procuramos uma barraca na praia que fosse mais em conta, achamos uma que era bem simples, "pé no chão" mesmo e a surpresa! Era a mais cara que a outra que ficamos, uma mais organizada e com um excelente atendimento, vai entender... Um lugar que ficará para sempre na minha memória essa tal de Vila de Paraty, será porque temos laços históricos os Mineiros e o porto de Paraty? Não sei mas só sei que ficará na cabeça o Sushi do Cais em Angra dos Reis, o Hamburguer do Sandubas em Paraty (o de Angra não estava bom quanto a filial de Paraty). Comi um Pastel de angú de uma moça de Belo Horizonte que mora em Paraty que estava maravilhoso. Conheci  Trindade, um lugar maravilhoso que pretendo voltar um dia. E sabe o que acho importante de viajar? É conhecer coisas novas ter novas idéias que serão aplicadas aqui na Pizzaria, por isso meu pai disse que é importante viajar arrejar a cabeça e voltar com gás para os negócios, afinal as vezes com uma idéia, que voçê viu na viagem, e se essa idéia for lucrativa pode render muito e as vezes pagar com sobra os custos dessa viajem.Ete preparar para outras.
As fotos:






Lindo demais apesar de ter problemas com o lixo (tinha um lixão na rodovia Rio Santos que estava com muito cheiro e urubus...)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Acertando Contas Com o Passado

Outro dia me deu vontade de comer empadinhas. E tinha um tempão que eu não fazia. A um certo tempo atrás eu tinha uma fábrica de salgados e "quebrei" com ela. Foi um período de muito sofrimento na minha vida. Mas pelo visto tenho acertado contas com o passado que estou fazendo de novo!







Estas foram de palmito que comprei fresquinho e preparei em conserva. A Receita é esta:

280g de banha de porco
280g de manteiga
2 ovos
1 colher sopa de sal
1 Kg de farinha
1 gema para pincelar

Modo de fazer;
Misture todos os ingredientes com as pontas do dedo. Abra nas forminhas e coloque o recheio.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Pizzeria Capanna

Estou sempre a procura de inspirações para minha pizzaria, e quando construir minha casa também. Achei estas imagens no By Floor A mistura de retrô com moderno e principalmente a utilização de materiais de demolição, muito show!













Piso de ladrilho hidráulico, cadeiras de diferentes modelos, tudo de muito bom gosto!

Adega mais antiga do Mundo



Arqueólogos encontraram-na em grutas na Arménia e dataram-na de há 6100 anos







Amais antiga adega de que há conhecimento foi descoberta numa gruta nas montanhas da Arménia. Uma cuba para esmagar as uvas tintas, jarros para fermentação e até mesmo uma caneca e uma garrafa com cerca de 6100 anos foram descobertos num complexo de grutas por um grupo internacional de investigadores.
Muito embora já tenham sido encontradas provas mais velhas de consumo de vinho, este é o exemplo mais antigo de uma produção completa, de acordo com Gregory Areshian, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, co-director da escavação.
A descoberta, anunciada pela National Geographic Society, é divulgada na edição electrónica do Journal of Archaeological Science. "As provas sustentam, de forma convincente, um complexo de vinificação", afirmou Patrick McGovern, director científico do Laboratório de Arqueologia Biomolecular do Museu da Universidade de Pensilvânia, em Filadélfia, que não fazia parte da equipa de investigação. Tal produção de vinho em larga escala implica que a uva euro-asiática já tivesse sido aclimatada, referiu McGovern.
A mesma zona da Arménia foi o local de descoberta, no passado Verão, do sapato de couro mais antigo, com cerca de 5500 anos. De acordo com os arqueólogos, dentro da caverna encontrava-se uma cuba rasa com cerca de um metro de diâmetro, que estava colocada de forma a drenar para um jarro colocado a uma cota mais baixa.
A cuba pode ter servido como um lagar, onde as pessoas pisavam as uvas com os pés, um método tradicional muito antigo. De igual forma, encontraram sementes de uva, restos de uvas prensadas e dezenas de videiras secas. As sementes eram provenientes do mesmo tipo de uvas - itis vinifera vinifera - ainda usado para fazer vinho.
Utilização em cerimónias
Os mais antigos restos de uvas comparáveis aos agora encontrados haviam sido descobertos no túmulo do antigo rei egípcio Scorpion I, com cerca de 5100 anos. Como a instalação vinícola foi encontrada rodeada por túmulos, os investigadores sugerem que o vinho devia ter como finalidade a utilização em cerimónias.
Essa ideia foi aceite por McGovern, que realçou a importância do vinho nas celebrações fúnebres e que foi utilizado, mais tarde, para doações nos túmulos.
Na realidade, afirmou, "mesmo em regiões de várzea, como o Egipto antigo, onde a cerveja reinava soberanamente, vinhos especiais do delta do Nilo eram necessários como ofertas funerárias e enormes quantidades de vinho eram consumidas nas principais festas reais e religiosas".
McGovern observou que cubas similares para pisar as uvas e jarros para armazenamento foram encontrados ao redor da área mediterrânica.
Nos seus livros, McGovern sugere que uma "cultura vinícola", incluindo a climatização das uvas euro-asiáticas, foi consolidada, pela primeira vez, nas regiões montanhosas à volta da Arménia antes de se se ter deslocado para a Região Sul da Europa.

http://www.jn.pt

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

As 2 barraquinhas de limonada


História originalmente postada por Seth Godin em seu blog.
A primeira barraca é gerenciada por 2 crianças. Elas usam limonada de caixinha, copos descartáveis e uma mesa comum. É uma boa barraquinha de limonadas, uma dentre as muitas barraquinhas de limonada que existem por aí. Custa 1 dólar para comprar um copo, o que é um bom preço, ainda mais considerando que você ganhou tanto a limonada quanto a satisfação de saber que ajudou 2 crianças.

A outra barraquinha é diferente. A limonada é de graça, mas existe um grande pote para gorjetas. Quando você chega, a dona da barraquinha fica lá, quieta, como só uma garota de 11 anos pode ficar. Ela calmamente pega um pote com gelo e limão. Depois pega o limão, corta-o e faz o suco em um espremedor.
O tempo todo em que ela está espremendo o limão, ela também está conversando com você, compartilhando suas ideias (e alegria) sobre o poder que a limonada tem para mudar seu dia. É um lindo dia e ela não tem pressa. A limonada não tem pressa, ela diz. Ou se faz da forma certa ou não se faz. Então ela te fala para colocar um pouco menos de açúcar, porque o gosto fica melhor dessa forma.
Enquanto vocês conversam, uma dúzia de pessoas vai embora porque parece que demora demais. Porém, você não se importa porque está conectado, praticamente hipnotizado. Algumas pessoas chegam junto e esperam na fila, atrás de você.
Finalmente, quando ela termina, você coloca 5 dólares no pote, porque a limonada de graça valeu pelo menos o dobro disso. Talvez a limonada em si não valeria nem 3 dólares, mas você felizmente pagaria de novo por isso. A experiência te marcou. Na verdade, mudou você.
Qual dos 2 empreendedores você acredita que terá maior chance de sucesso no futuro?
Obs.: Se você acha que não é possível fazer isso no Brasil, Voçê tem que conhecer o Zé das Goiabas e sua “venda” na roça.
Retirado do site: www.saiadolugar.com.br

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mais de Palets

Achei este vídeo com 170 coisas para se fazer com palets. Achei no site da bioarquiteta Lecy Picorrelli


Reaproveitar Palets

Aqui na Addoro Pizza temos mesas feitas de palets. A pizzaria estava precisando de mesas, então fiz as mesas reaproveitando palets. O resultado voçê pode ver


Pesquisando no Google sobre móveis de Palets achei este escritório todo feito de palets








Mais imagens clique Aqui

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Alho Porró

Olá Pessoal,
Tenho paixão por Ketchup, sou fissurado mesmo, mas os sabores que tenho encontrado são tão ruins que resolvi fazer o meu próprio, sem contar que os de saché estão cada vez piores. A receita é do Livro Dona Benta edição de 1946!! Na receita pede alho poró, então fiz uma graaaande plantação no quintal, sou muitoo exagerado. Para não perder e ter meu alho porró, desidratei ele em cima do forno de pizza á noite e de dia coloquei pra secar no sol. Tive a idéia depois de comprar um desidratado ( e caro hem!). então ainda não testei o alho porro desidratado na confecção do meu ketchup, quando testar volto a falar como foi, se deu certo ou não. Mas se vc quiser a receita ai está:




Detalhe escaneei do livro, repare na fonte típica de livros antigos!

A falta que a normalidade nos faz

Hoje na pizzaria recebi uma visita, nesses tempos que não se pode receber visitas. Veio o meu grande amigo Cristiano Sena, veio comer uma pi...