Como Mineiro não posso deixar de postar e me emocionar com o queijo, um símbolo emblemático das montanhas Gerais. Tudo que se refere a este maravilhoso Estado fico emocionado e só falta uma goiabada de preferência cascão!
Fazemos Pizzas realmente gostosas. Colocamos nossa alma, tudo de nós em cada pizza e prato que fazemos. Entendemos que não vendemos só alimentos, mas do que nunca vendemos diversão, união, e queremos reunir pessoas. O ser e o compartilhar. Alegria e prazer é o que queremos que todos tenham. Sejam bem vindos! Jeito de ser da Pizzaria Adoro Pizza.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Vai Ser o Maior Saleiro
Vai ser o maior saleiro
Reportagem do Estadão, interessante! Eu simplesmente adoro carne de sol uma tradição aqui nas montanhas Gerais, inclusive na época da mineração a carne seca vinha em lombo de burros e mulas para suprir as necessidades das minas. No norte de minas é tradição até hoje comer carne serenada com manteiga de garrafa e mandioca. Depois faço e coloco a receita aqui!
Felipe Rau/AE
"Gelatinosa. Gema de ovo desidratada com língua de wagyu, prato de Shin Koike"
Quer saber por que, ainda hoje, mesmo dispondo de técnicas mais modernas e fáceis de conservação, continuamos nos submetendo ao trabalhoso ritual de desidratar com sal carnes, peixes, porco, pato e até legumes? Pelo sabor. A salga suaviza ou ressalta o gosto de um ingrediente, dependendo de sua intensidade. Também altera a cor e a textura.
O princípio é simples, quase intuitivo. Ao penetrar o alimento, o sal força a saída de água, desidratando-o. É uma técnica de conservação altamente eficiente, tão eficiente que vem sendo usada há milênios.
Os romanos salgavam peixes em tanques no Mediterrâneo, os vikings desidratavam o bacalhau com sal e deixavam secar ao ar livre - bem antes de as primeiras fábricas de processamento aparecem na Islândia e na Noruega, no século 9º. Foram os bascos, porém, que começaram a salgar bacalhau, por volta do ano 1000.
De carnes a vegetais, dá para salgar praticamente qualquer coisa. A quantidade de sal determina o grau de salga e, junto do tipo de alimento, a duração do processo. As carnes mais duras, como os cortes bovinos do dianteiro, pedem salga intensa e demorada. É o caso da carne-seca e do charque.
Cortes macios podem ser levemente salgados e por menos tempo, questão de dias, para o preparo da carne de sol. Quanto mais sal, mais intensa é a desidratação, deixando a carne mais fibrosa. O ambiente influencia a salga. E o tipo de sal também faz diferença. Confira também as dicas de diferentes chefs sobre como usar cada tipo de sal.
O processo é sempre mais eficiente em lugares de clima seco (daí a popularidade da técnica em lugares distintos como o sertão nordestino e as Ilhas Lofoten, na Noruega).
Se a ideia é salgar vegetais, sal e um frasco de vidro com tampa, além de uma boa dose de paciência, fazem parte do serviço. É dessa maneira que se preparam os picles, muito populares em várias partes do mundo. Mais comum é salgar repolho, pepino, nabo, feijões, com muito ou pouco sal. O processo leva de duas a três semanas.
A conserva de vegetais pode durar anos. O sabor, neste caso, é mais complexo que o da carne. E mais ou menos salgado, dependendo da quantidade de sal. As conservas de vegetais, entretanto, sempre têm um toque de acidez característico.
Mas você não precisa seguir as receitas tradicionais. Inspire-se nos chefs escandinavos, que andam em alta, como é o caso de René Redzepi, do Noma, em Copenhague, considerado o melhor restaurante do mundo, e em Magnus Nelsson, chef do Fäviken, na Suécia. Eles salgam diversos legumes e verduras com excelentes resultados. Os cozinheiros brasileiros também são adeptos da boa e velha salga, como você pode conferir abaixo.
Nesta edição, o Paladar joga sal em tudo: do pirarucu paraense de Thiago Castanho, pendurado ao lado, à carne de sol de Rodrigo Oliveira. O pato? Virou magret de sol nas mãos de Wanderson Medeiros, do restaurante Picuí. Alberto Landrgaf, chef do Epice, salgou um salmão e preparou também bacon caseiro. E para provar que a técnica milenar não sobrevive apenas graças às carnes e legumes, Shin Koike, do Aizomê, muda a textura da gema de ovo com... o sal do missô.
Com que sal eu vou?
Sal fino
Uso: desidratar e salgar carnes (é empregado na carne de sol tradicional nordestina), peixes e legumes
Carnes: esfregue bem a carne com o sal e cubra com o restante, em uma vasilha alta e coberta. Conserve na geladeira durante a salga
Quanto usar nas carnes: a quantidade de sal varia, conforme o ingrediente. Para a carne de sol nordestina, usam-se 50g de sal por quilo de carne; para o salmão, o dobro do peso do peixe em sal e um pouco de açúcar para equilibrar
Vegetais: deixe os legumes completamente cobertos pelo sal - use panos de musselina, um prato de pressão e um peso antes de tampar. Conserve os frascos em temperatura entre 20°C e 25°C
Quanto usar: para uma salga leve, use 25g de sal para cada quilo de legumes; para a salga concentrada, 250g de sal por quilo.
Sal temperado
Uso: conferir notas de sabor ao alimento salgado
Como usar: misturar temperos ao sal fino.
Exemplos: raspas de limão- taiti, de limão-siciliano e de laranja, pimenta-do-reino, tomilho, mel e grãos de mostarda. A quantidade varia conforme o gosto. Usa-se uma camada fina de sal temperado sobre a carne, peixe ou legume
Quem usa: Alberto Landgraf usa sal com cítricos no salmão; e pimenta, tomilho e mel no bacon
Salmoura
Uso: para marinar ou temperar carnes. Não pode ser empregada como método de conservação isoladamente. Como se faz a salmoura? Geralmente, acrescenta-se vinagre à mistura de água e sal marinho - de preferência bem fininho
Como usar: a salmoura fraca (5% de sal) é indicada para salgar beterraba, cenoura, couve-flor, feijões mais tenros e nabo, picados ou ralados. A salmoura mais concentrada (15% de sal) salga bem quiabo, cebola, vagens e pimentas
Sal grosso
Uso: produção das carnes-secas
Como usar: As carnes são cobertas completamente com sal em camadas espessas. Para a carne-seca, pode-se usar 28 gramas de sal grosso para cada quilo de carne - deve-se manter a carne em um recipiente coberto na parte de baixo da geladeira durante a salga.
Quem usa: Rodrigo Oliveira, do Mocotó, salga o coxão duro bovino orgânico adicionando ao sal grosso uma pitada de açúcar mascavo. Depois deixa a carne secando em um defumador adaptado, sob uma brasa de carvão, com temperatura entre 60ºC e 70ºC por cerca de cinco horas. Ele incrementou o processo tradicional de salga usando sous-vide (cocção a vácuo). 'A carne é dourada na brasa, resfriada, embalada a vácuo e cozida por 12 horas em temperatura controlada', diz. O resultado? Uma carne supermacia, com todo o sabor do coxão duro. E, detalhe, sem necessidade de dessalgar.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Decoração De Restaurantes Rústicos
Pesquisando na Net sobre o Rustico nos restaurantes achei umas dicas ótimas.Confira no Mundo das Tribos Não consultei especialistas fiz na "cara e coragem" por pura necessidade mesmo e graças a Deus... Deu certo!!! Então vai ai as dicas:
Todas as partes de um restaurante rústico possuem características robustas para explorar ao máximo o efeito estético do estilo. Alguns móveis antigos também podem fazer a diferença na decoração, em especial aqueles que possuem acabamento detalhado e são fabricados com madeira maciça.
A decoração de restaurantes rústicos transparece tanto na parte interna como externa, aproveitando dessa forma o que existe de mais característico no estilo. As mesinhas de madeira ajudam a compor o espaço para que os clientes possam fazer as refeições e alguns itens acessoriais podem ajudar a tornar a rusticidade ainda maior, como o uso do paisagismo.
Como decorar restaurantes rústicos?
Vários restaurantes já estão trabalhando o tema de decoração encima dos elementos de rusticidade, apesar de algumas restrições ainda comprometerem alguns trabalhos. Antes de dar início a qualquer reforma na aparência do estabelecimento é preciso avaliar qual o tipo de gastronomia é trabalhada ali e se realmente esse perfil combina com a decoração rústica.
Alguns restaurantes rústicos possuem uma estrutura bem aberta em madeira e conseguem oferecer bem estar com um projeto arquitetônico arrojado. O clima de rusticidade também depende da iluminação usada nos espaços, efeitos que tornam a atmosfera acolhedora e cheia de personalidade.
Além de móveis rústicos e iluminação apropriada, o restaurante rústico também costuma apresentar ornamentos característicos e capazes de invocar o efeito robusto. As esculturas de madeira fazem sucesso nesse contexto, tal como as toras que ajudam a decorar o estabelecimento por dentro e por fora. Enfim, o rústico sofisticado está em alta e oferece um charme todo especial principalmente para os jantares românticos.
As fachadas de restaurantes rústicos são características e funcionam como uma espécie de apresentação de cada um dos estabelecimentos aos consumidores, por isso elas precisam ser bem desenhadas e construídas. Ter um cuidado com a iluminação e com o acabamento são critérios que podem causar uma boa impressão e aumentar a clientela.
Antes que o proprietário do restaurante faça o planejamento da decoração rústica, é fundamental que ele conheça o estilo e veja exemplos de outros ambientes comerciais que apostam na mesma idéia. Os restaurantes de culinária tailandesa costumam incorporar a rusticidade para referenciar um pouco da Tailândia. Choperias e churrascarias também aproveitam a decoração rústica, mas com o objetivo de aconchego e conforto.
Interessado em inovar a parte interna ou mesmo a fachada do seu restaurante? Então aproveite as sugestões. Conheça as tendências, seja criativo e aposte no bom gosto. Lembrando que a decoração do estabelecimento é uma excelente estratégia de marketing para seu negócio.
Retirado do site:
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Viajens e busca de novidades
Tenho feito um outro trabalho montei uma empresa de representação e estou viajando muito. Tenho conhecido lugares e pessoas novas e como não tiro a pizzaria da cabeça pesquiso novidades para aplicar aqui na AddOro Pizza. Conheço graças a Deus muitras pessoas bacanas que estão sempre em busca de outras pessoas bacanas também e com isso as trocas de saberes são muitas. Me emocio com comida feita com amor, me emociona com o carinho em receber as pessoas, com o cuidado em decorar o ambiente para que este fique aconchegante. São pequenas coisa detalhes e a perfeição mora nos detalhes.
Agora vamos ao que me irrita pessoas deselegantes, que tratam a comida com aquela de "todo mundo tem que comer" ou seja não investem num espaço bacana, num cardápio legal, em atendimento bom. Tenho visto coisas boas e ruins em matéria de restaurantes, afinal estou na estrada e preciso me alimentar, dormir.
Quero falar de coisas boas e também vou criticar meter o pau, não por maldade mas sim para que voçê que me acompanha coloque mais afeto e qualidade naquilo que voçê faz independente do que voçê trabalha.
Fico surpreendido como coisas aparentemente bobas fazem um tremendo resultado final como o hotel que fiquei na cidade Iúna no Espirito Santo que ao buscar meu carro no estacionamento este tinha sido lavado, perguntei quanto é, e o funcionário disse que era cortesia do hotel para que eu tivesse um bom dia de trabalho e com o carro limpo. não é um luxo? E o que custou para o hotel este luxo? Praticamente nada. Estão vendo? Entenderam como surpreender.
Mais pra frente vou falar de tudo que vivi e comi nesta viajem em busca de clientes para Biquinis.
Agora vamos ao que me irrita pessoas deselegantes, que tratam a comida com aquela de "todo mundo tem que comer" ou seja não investem num espaço bacana, num cardápio legal, em atendimento bom. Tenho visto coisas boas e ruins em matéria de restaurantes, afinal estou na estrada e preciso me alimentar, dormir.
Quero falar de coisas boas e também vou criticar meter o pau, não por maldade mas sim para que voçê que me acompanha coloque mais afeto e qualidade naquilo que voçê faz independente do que voçê trabalha.
Fico surpreendido como coisas aparentemente bobas fazem um tremendo resultado final como o hotel que fiquei na cidade Iúna no Espirito Santo que ao buscar meu carro no estacionamento este tinha sido lavado, perguntei quanto é, e o funcionário disse que era cortesia do hotel para que eu tivesse um bom dia de trabalho e com o carro limpo. não é um luxo? E o que custou para o hotel este luxo? Praticamente nada. Estão vendo? Entenderam como surpreender.
Mais pra frente vou falar de tudo que vivi e comi nesta viajem em busca de clientes para Biquinis.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Sustentabilidade
sábado, 18 de junho de 2011
Historia da Serra do Brigadeiro
Serra do Brigadeiro
Os Puris da Serra dos Arrepiados, hoje Serra do Brigadeiro
Os Puris da Serra dos Arrepiados, hoje Serra do Brigadeiro
"Os índios Puris eram hábeis pescadores que viviam originalmente no Litoral do Espírito Santo e Rio de Janeiro. No entanto, tiveram que se adaptar às regiões serranas a partir de 1500 em conseqüência da chegada dos portugueses, e a conseqüente escravização, algo que os Puris não suportavam, comum em todas as tribos.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Vinícola Na Califórnia
Vinícola na região de Santa Helena Califórnia Imagens do blog TudoeDimais Fui numa cavalgada e vi muitas pedras como estas soltas pela estrada, o lugar é maravilhoso, na hora pensei numa casa nas montanhas feita de pedra, como esta vinícola
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Cavalgada
Sou meio travado para escrever, sei lá fico sem jeito de falar de min, de passar a impressão de um certo narcisismo ou de presunção, talvez de até uma certa arrogância. No Blog idéias de fim de semana a autora Anna Terra fala com tanta naturalidade da vida dela, das coisas dela que está me inspirando a falar mais de min.
Gostaria de compartilhar com voçês uma das coisas que mais gosto de fazer cavalgar. Morei em Juiz de Fora por longos 16 anos, até me mudar para Ervália, uma cidade perto de Viçosa MG. tinha anos, a última vez que andei a cavalo foi na minha infância e fazia um certo tempo (uns trezentos anos... hehehhe) que não andava.Fui convidado para uma cavalgada, eu iria fazer o churrasco esperando os cavalheiros em um sítio. Na volta com "um monte de cerveja na cabeça" resolvi voltar a cavalo, tinha anos que não montava arrumaram pra min a égua mais trotona do Mundo! Fui socando até chegar na cidade, uns dez Km somente... Foi aquela "risaianda" me elegeram presidente do clube dos cavaleiros, que clube? O que esta sendo feito agora responderam. No mês seguinte fui convidado novamente, mas como ir sem montaria? Sendo certíssimo o ditado que diz que São Jorge não anda a pé recorri a minha mulher que é nativa de Ervália para arrumar minha montaria. Vai no Marquinho e pega cavalo com ele... mas como se nunca vi o cara, Gi. Vai lá que ele te arruma respondeu.(O Marquinho tem uma casa que é um sítio dentro da cidade um lugar bacana com vacas e cavalos coisa de cidade pequena e hospitaleira) o cara nunca tinha me visto, arrumou um cavalo, não cobrou nada, super bacana, gente boa, ficou mais um amigo na vida.
Depois foi só alegria, todo mês com cavalgada, as mulheres iam na frente com as crianças (não a cavalo mas de carro e esperavam a gente num sítio onde era o ponto de chegada), lá o responsável pela cavalgada do mês tinha que providenciar os comes e bebes. A volta era quase sempre nas noites de lua cheia. Uma maravilha, principalmente para quem morou tanto tempo em apartamento, sem tempo nem para curtir as coisas simples e importantes da vida, como uma simples e maravilhosa lua cheia.
Foi quando surgiu a Cavalgada em Torno da Serra do BrigadeiroO nosso grupo é frequentador assíduo, fomos em três edições das seis que ouveram. Adoro, passo o ano todo esperando pela próxima Cavalgada do Entorno. Para quem não sabe (eu não sabia) Os únicos parques estaduais de Minas que permitem entrada a cavalo são o Cipó e a Serra do Brigadeiro. O intuito desta cavalgada é divulgar o Parque da Serra do Brigadeiro Este ano foram 254 participantes entre cavaleiros e amazonas, fora o pessoal de apoio. Uma festa só. Além das belezas naturais da região, o diferencial é o povo da região que é hospitaleiro e o principal gosta de receber gente de fora.
O site do organizador: Cavalgada Aldeia da Vida
Gostaria de compartilhar com voçês uma das coisas que mais gosto de fazer cavalgar. Morei em Juiz de Fora por longos 16 anos, até me mudar para Ervália, uma cidade perto de Viçosa MG. tinha anos, a última vez que andei a cavalo foi na minha infância e fazia um certo tempo (uns trezentos anos... hehehhe) que não andava.Fui convidado para uma cavalgada, eu iria fazer o churrasco esperando os cavalheiros em um sítio. Na volta com "um monte de cerveja na cabeça" resolvi voltar a cavalo, tinha anos que não montava arrumaram pra min a égua mais trotona do Mundo! Fui socando até chegar na cidade, uns dez Km somente... Foi aquela "risaianda" me elegeram presidente do clube dos cavaleiros, que clube? O que esta sendo feito agora responderam. No mês seguinte fui convidado novamente, mas como ir sem montaria? Sendo certíssimo o ditado que diz que São Jorge não anda a pé recorri a minha mulher que é nativa de Ervália para arrumar minha montaria. Vai no Marquinho e pega cavalo com ele... mas como se nunca vi o cara, Gi. Vai lá que ele te arruma respondeu.(O Marquinho tem uma casa que é um sítio dentro da cidade um lugar bacana com vacas e cavalos coisa de cidade pequena e hospitaleira) o cara nunca tinha me visto, arrumou um cavalo, não cobrou nada, super bacana, gente boa, ficou mais um amigo na vida.
Depois foi só alegria, todo mês com cavalgada, as mulheres iam na frente com as crianças (não a cavalo mas de carro e esperavam a gente num sítio onde era o ponto de chegada), lá o responsável pela cavalgada do mês tinha que providenciar os comes e bebes. A volta era quase sempre nas noites de lua cheia. Uma maravilha, principalmente para quem morou tanto tempo em apartamento, sem tempo nem para curtir as coisas simples e importantes da vida, como uma simples e maravilhosa lua cheia.
Foi quando surgiu a Cavalgada em Torno da Serra do BrigadeiroO nosso grupo é frequentador assíduo, fomos em três edições das seis que ouveram. Adoro, passo o ano todo esperando pela próxima Cavalgada do Entorno. Para quem não sabe (eu não sabia) Os únicos parques estaduais de Minas que permitem entrada a cavalo são o Cipó e a Serra do Brigadeiro. O intuito desta cavalgada é divulgar o Parque da Serra do Brigadeiro Este ano foram 254 participantes entre cavaleiros e amazonas, fora o pessoal de apoio. Uma festa só. Além das belezas naturais da região, o diferencial é o povo da região que é hospitaleiro e o principal gosta de receber gente de fora.
Galera de Ervália
Trilhas
Amigos de Belo Horizonte da esquerda pra direita: Ronaldo, Eu, Altair, Jackson.
Almoço
No Topo das Gerais...
Tem que ter buteco... afinal ninguém é de ferro...
Algumas fotos das paisagens e da "Galera"!O site do organizador: Cavalgada Aldeia da Vida
O que faço com tantas palavras?
Onde eu me vejo diante de todas essas palavras?
Por onde passo na rua, na Web, em casa nos livros, vejo tantas palavras, eu me vejo nesta enxurrada de letras, sinais que são como letras.
Neste caudaloso rio de sinais
com ou sem sentido
Sou levado não sei pra onde num mar de palavras, sem dó nem piedade e fico náufrago-refém de Letras!
domingo, 24 de abril de 2011
Mercearia das Antigas
Muito legal este vídeo que achei em: amenidadesdodesign.blogspot.com
um exemplo perfeito de sustentabilidade. Moro em uma cidade que é muito menor que Itabirito mas que nao tem mais dessas vendas pode ser que na zona rural ainda se acha mas na área urbana chegou o "tal do progresso" ficando relegado a cafonice este tipo de comércio. Uma pena... Atraso pra min é gente que nunca se preocupa com o outro. Este vídeo nos mostra como estes comerciantes uniram negócio e cidadania.
Itabirito fica no caminho quando vou a Belo Horizonte com certeza irei ver pessoalmente a Mercearia Paraopeba
um exemplo perfeito de sustentabilidade. Moro em uma cidade que é muito menor que Itabirito mas que nao tem mais dessas vendas pode ser que na zona rural ainda se acha mas na área urbana chegou o "tal do progresso" ficando relegado a cafonice este tipo de comércio. Uma pena... Atraso pra min é gente que nunca se preocupa com o outro. Este vídeo nos mostra como estes comerciantes uniram negócio e cidadania.
Itabirito fica no caminho quando vou a Belo Horizonte com certeza irei ver pessoalmente a Mercearia Paraopeba
quinta-feira, 21 de abril de 2011
A Elegância do Comportamento
Adaptado de Toulouse-Lautrec por Carlos Augusto Roveri*
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples ‘obrigado’ diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza.
Atitudes gentis falam mais que mil imagens… Abrir a porta para alguém é muito elegante… Dar o lugar para alguém sentar… é muito elegante… Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma… Oferecer ajuda… é muito elegante… Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante…
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.
* Carlos Augusto Roveri é Administrador de Empresas pela FAAP (1977). Adaptação de trecho do livro “Educação Enferruja por Falta de Uso” do pintor pós-impressionista francês Toulouse-Lautrec (1864-1901).
www.cura te.blogspot.com
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples ‘obrigado’ diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer… porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição…
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza.
Atitudes gentis falam mais que mil imagens… Abrir a porta para alguém é muito elegante… Dar o lugar para alguém sentar… é muito elegante… Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma… Oferecer ajuda… é muito elegante… Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante…
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.
* Carlos Augusto Roveri é Administrador de Empresas pela FAAP (1977). Adaptação de trecho do livro “Educação Enferruja por Falta de Uso” do pintor pós-impressionista francês Toulouse-Lautrec (1864-1901).
www.cura te.blogspot.com
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Será Maldição?
Li ontem no Jornal Estado de Minas que os restos mortais de três inconfidentes serão depositados no museu da Inconfidência em Ouro Preto. Muito interessante e muito bonito, o que me surpeende será a cerimônia com altas doses de autoridades (dizem que até a Presidente virá). Essa cerimônia esta marcada para o dia 21 de abril na cidade histórica de Ouro Preto.
Adoro Ouro Preto, toda vez que vou para Belo horizonte dou uma passadinha lá, mas, acho a cidade muito triste, sinto uma tristeza no ar que eu acho que foram os imensos sacrificios que a população teve que passar para que a coroa portuguesa tivesse o seu precioso ouro. Depois de quase três séculos, montam esse circo com o resto mortais dos inconfidentes, e os restos mortais destes Mártires estão com certeza revirando dentro da urna ao voltar para o lugar que tem a maior carga tributária do Brasil. Naquela época eles estavam questionando o quinto (20%) do ouro extraido, e hoje? Só o imposto de renda 27%. ICMS 18%, ISS, IPVA, TAXAS, etc, etc...
Fico imaginando no melhor estilo de ficção cientifica se nossos cientistas resolvesem ressucitar nossos inconfidentes, com certeza eles sairiam correndo, com a certeza que esta nossa Gerais está amaldiçoada. E a cara de pau dos políticos? Se os restos mortais dos ditos pudessem dizer não diriam implorariam para ficarem na África...
quarta-feira, 23 de março de 2011
Inspiração
"É impossível" disse o orgulho.
"É arriscado" disse a experiência.
"É inutil" disse a razão.
"Dê uma chance" sussurou o coração.
"É arriscado" disse a experiência.
"É inutil" disse a razão.
"Dê uma chance" sussurou o coração.
Manifesto de Alunos do curso de Nutrição
No Blog da Neide Come-se li e fiquei feliz com o manifesto do alunos da faculdade de Nutrição da USP. Quando a gente pensa que tudo esta perdido... Nem tudo esta perdido ainda existe pessoas que ainda não se venderam para o dito "Sistema". A indústria do Jabá expandiu além dos laboratórios farmacéuticos. Mas, pensando bem... as multinacionais estão mesmo é fazendo comida de laboratório... Está cada vez mais raro encontrar sabor de verdade. Olha que moro no interior, onde na teoria deveria a comida ser mais pura e saborosa, quanto engano. Ainda bem que existe pessoas com alma guerrilheira para enfrentar essas indústrias sinistras, para não dizer mortíferas... E a faculdade de nutrição de Viçosa? (UFV) Será que rola Jaba lá também? Se alguém souber me diga.
Assinar:
Postagens (Atom)
A falta que a normalidade nos faz
Hoje na pizzaria recebi uma visita, nesses tempos que não se pode receber visitas. Veio o meu grande amigo Cristiano Sena, veio comer uma pi...
-
Hoje na pizzaria recebi uma visita, nesses tempos que não se pode receber visitas. Veio o meu grande amigo Cristiano Sena, veio comer uma pi...
-
Esse post eu deixei ele no rascunho e então veio a Quarentena e a minha vida e a de muita gente simpl...
-
Os Ôms Japoneses: Ônkotáva? Ônkotô? Ônkovô? Esse é o dilema de todo empreendedor, já detectei que ser empreendedor é ser um ete...


















