terça-feira, 28 de agosto de 2012

Chocolate Sustentável




Vi a história deste chocolate Gru Grococo no Marketing na Cozinha, o Chocolate vai de navio à vela para a Inglaterra, numa viajem de seis semanas, depois de ser processado numa fábrica movida a energia solar. A plantação não usa nenhum agrotóxico, o que por si só já vale a pena. A barra custa R$ 37,00 cerca de 11,95 libras. O dinheiro é todo revertido para a fábrica em Granada.
Estive em Ilhéus que foi um dia a Capital Mundial do Cacau e fiquei espantado com o nível de decadência da cidade. Parecia que todo mundo tinha levado uma cacetada na cabeça, o povo todo da cidade estava naquela de como vamos fazer? Para onde ir? Talvez a solução esteja em ações de marketing como esta. Quem sabe os produtores da região resolvam criar a maior área de cacau orgânico do mundo! E entrem num novo ciclo de crescimento e talvez sejam o ciclo mais durável de prosperidade da cidade.

sábado, 11 de agosto de 2012

Brigadeiro de Caipirinha






Aniversário chegando e fico pensando o que fazer para receber bem meus convidados, porque eu adoro comemorar aniversário. Fiz uma festinha para a Gi e fiz esses Brigadeiros de Caipirinha ficaram uma delícia e todo mundo elogiou. A receita para voçê fazer ai é:

Ingredientes:

1 lata de leite condensado.
2 colheres sopa de manteiga.
50 ml de cachaça.
Açúcar cristal (aquele mais grosso é melhor).
Raspas de limão para decorar.
Opcional suco de um limão e meia caixa de creme de leite

Modo de Preparo:

Leve ao fogo uma panela com leite condensado, o creme de leite e a manteiga. Vá mexendo em fogo baixo até dar o ponto e desgrudar da panela. Tire um pouco do fogo e acrescente a cachaça e o suco de limão. Volte a panela ao fogo e deixe dar o ponto novamente. Coloque em uma assadeira untada (com manteiga) a "massa", deixe reservado até esfriar. Faça bolinhas, com a mão untada com manteiga, pegue um pouco da massa enrole, boleie. Depois passar no açúcar e nas raspas de limão. Colocando em forminhas de papel e voilá!

Eu quero fazer o brigadeiro mais molinho e colocar em copinhos de cachaça, salpicando açúcar e raspas de limão.


Fonte: Papo de Bar

P.S: Post Que era para ser postado no meu aniversário e num foi, e tá aí!

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Como Economizar no Projeto da Sua Casa ou Negócio

Fiz minha pizzaria reaproveitando móveis e madeiras de demolição, não fiz só por uma questão de poupar o meio ambiente, fiz por uma questão econômica e porque acho que as coisas devem ter uma segunda chance e que as vezes mudando uma pintura, ou retirando uma pintura, as coisas ficam mais legais e temos aquela impressão de: Porque não pensei nisso antes! Nesta matéria que está no site da Vida Simples  nos mostra a importância de reaproveitar e como fica legal as coisas simples, mais uma vez: Porque não pensei nisso antes!



Diferentes maneiras de reaproveitar móveis e retalhos de madeira

Módulos, cubos e retalhos de madeira podem ganhar novos usos. Basta mudar sua maneira de olhar

Publicado em 24/04/2012
Reportagem: Ana Holanda - Edição: MdeMulher


Que tal dar uma espichada de olho e perceber o que, na sua casa, também poderia ser reutilizado desse jeito?
Foto: Beto Hacker
Você resolveu reformar a casa e agora tem uma porção de móveis de madeira que parecem não combinar mais com o novo ambiente? Antes de jogá-los fora, avalie se aquela peça pode ganhar novo uso. Foi isso que aconteceu com os módulos brancos de madeira da foto acima.
Inicialmente, eles foram comprados pelo morador do apartamento para fazer as vezes de criado mudo e móvel para apoiar a televisão. Depois de reformar a casa, contudo, ele sentiu necessidade de alterar também a decoração. Só que descartar peças de madeira nobre, que ainda estavam em bom estado, parecia um enorme desperdício. Dessa forma, o desafio foi pensar em diversas maneiras de reaproveitar o que já tinha. E essa foi a prioridade na hora de decorar: reciclar uma porção de elementos da configuração antiga. Por exemplo, a estante feita para a televisão, na sala, recebeu uma prancha de freijó e os já conhecidos módulos brancos.
"Além disso, usei como base para o conjunto, e para apoiar os aparelhos eletrônicos, um móvel baixo que estava em outro canto da sala", contou o arquiteto Décio Navarro. Assim, a estante ganhou nichos mais fechados, apoio para coleções, livros, porta-retratos e outros pequenos objetos. O conjunto ficou bem harmonioso.

Retalhos de madeira


Este painel foi feito com retalhos garimpados em uma marcenaria
Foto: Beto Hacker
Foi usando pedaços de madeira, descartados em uma marcenaria, que o arquiteto Décio Navarro criou esse painel (foto), colocado atrás de uma cama de casal. "Pedi ao marceneiro que juntasse todos os restos de madeira que vão se acumulando. A única recomendação que dei foi que não usasse peças muito claras ou muito escuras. E ele as colou aos pedaços, de maneira aleatória", conta. O resultado foi um painel com quase 3 metros de comprimento por 1 metro de altura, que mudou totalmente o quarto, sem reforma ou grandes gastos - de dinheiro e de recursos da natureza.
É possível repetir esse mesmo efeito utilizando sobras de madeira do piso laminado, de móveis que estão em desuso e outras peças de marcenaria, como portas, armários ou estantes. O objetivo é conseguir o melhor resultado possível, aproveitando a maior quantidade de material, ou melhor, de sobras.

O Que Não cozinhar no Primeiro Encontro

Gostei muito só não gostei do camarão que eu adoro e pra mim é super, hiper glamoroso!

Fonte: Marketing na Cozinha

Fábrica de Comidas Finas








Eu me inspiro em imagens que acho na Net como esta que vi  no Idéias de fim de semana. As vezes a idéia é muito sofisticada para o meu bolso, mas mesmo assim eu me inspiro e tiro muitas idéias originais que aplico na Addoro. Nunca devemos dizer não posso não dá, porque assim estamos limitando nossa mente e a nossa mente não tem limites. Fica aí mais uma dica de como montar uma pizzaria com pouca grana, eu consegui e voçê pode o mesmo.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Tudo Rústico









Curso de Bio Construções

Fiz em Viçosa Minas um curso que adorei e pretendo aplicar na minha casa e na minha pizzaria. Um curso que resgata técnicas antigas de construção como Adobe, Pau-a-pique, reboco com barro, tintas de solo. O curso é muito bom e recomendo para todos que queiram ser a mudança no mundo. Algumas fotos:










Temperando a Sustentabilidade



Tem pessoas que falam que somos loucos e bobos ao mesmo tempo por insistir em acreditar em nossas idéias. Quando resolvo fazer tempero ao invés de comprar um que vem de longe, algumas pessoas ficam me questionando sobre o trabalho que dá, na perda de tempo que é fazer certas coisas afinal, basta ir ao mercado e comprar, por que perder tempo em fazer?
Não penso assim se quero ter uma empresa sustentável tenho que lutar por pequenas coisas que no final para min será uma grande diferença. E as pessoas pensam que tudo tem que ser grandioso para se fazer diferença. E não é bem assim, com pequenos gestos, que vão se somando no final temos um grande resultado.
Foi assim que colhi um pouco de urucum para fazer coloral, não sei se voçê sabe mas esse tempero mineiro feito de sementes vermelhas evita que o frango ao cozinhar fique com aquele aspecto branquelo que eu particularmente detesto. Em outras regiões eles chamam de colorífico.
Voltando a questão do tempo eu gosto de fazer meus temperos, gosto de debulhar, retirar as sementes, sobrar na peneira para retirar as casquinhas, esquentar no óleo para retirar todo o vermelho das tais sementinhas, sinto uma paz, sei lá o que mais fazendo isso. Tem também o fato de padronizar o sabor (para melhor é claro) me dá uma tranquilidade

Desinformação




Fico esperando a segunda feira para comprar o jornal Estado de Minas com o suplemento de agricultura. Quero falar para voçês que minha paixão pelo campo e avassaladora e que um dos meus sonhos e produzir alimentos.
Por coincidência das mais felizes eu cursei o curso já aclamado de Homeopatia na universidade de Viçosa curso que é referencia para a América Latina.Entrei no curso achando que era de homeopatia de humanos e o curso era mais completo abrangia homeopatia de águas, solos, animais, plantas e também o ser humano, por isso a feliz coincidência.
 Fiquei estarrecido com o artigo publicado por José Annes Marinho no suplemento Agricultura do Jornal Estado de Minas do dia 07/05/2012  dizendo que a sociedade só tem a ganhar com a produção de alimentos com o uso de agrotóxico. Não entendi usar veneno na agricultura é bom? É bom pra quem? Este senhor é patrocinado por alguma empresa? Ele diz no artigo que '' Há muitos fatos que levam pessoas a discorrerem e buscarem explicações, quase sempre, infundadas sobre esta tecnologia'' no caso leia-se Agrotóxico como tecnologia de produção de alimentos limpos segundo o nosso autor deste artigo.
Agrotóxico é acumulativo?  E as pesquisas que dizem dos malefícios, são terrorismo de eco xiitas? Este senhor deveria se envergonhar de dizer que agrotóxico é seguro e o pior é ele chamar veneno de defensivo...
Falar que as plantas não produzem sem agrotóxico é uma coisa, pois algumas espécies foram feitas para só produzirem com agrotóxico e adubo químico, mas dizer que isso é bom e que existe níveis de quantidades que podemos ingerir, devemos então pela visão deste senhor banir a propaganda contra o cigarro, afinal para o Engenheiro existe níveis aceitáveis de exposição ao tabaco, nicotina, arsênico existente no fumo.
Este engenheiro presta um desserviço ao povo brasileiro, onde somos campeões de uso de agrotóxico e não defensivo, alias foi a pressão da população é que proibiu o uso de DEFENSIVO pra se referir a AGROTÓXICO.
E as mortes pela exposição ao veneno? Seria mera fatalidade? Ou o não uso de EPI? francamente fiquei decepcionado com o Jornal Estado de Minas por permitir este respeitável doutor engenheiro escrever esta besteira no seu jornal.
Outa coisa absurda e ele defender veneno para baratear alimentos e o custo com a saúde onde fica?
Que coisa... depois reclamam da queda nas vendas de jornal. também com um artigo que defende o indefensável podemos acreditar em tudo até em teorias conspiratórias como a que sumiu com o livro O Futuro Roubado que fala sobre os agrotóxicos. Este livro desapareceu das prateleiras a editora não quer reedita-lo será porque? Falta de interesse do público em saber a verdade ou ocultação de provas voçê escolhe em quem acreditar. O autor do artigo que diz que é impossível produzir sem agrotóxico e as pesquisas feitas por pesquisadores independentes que dizem que o agrotóxico faz mal? e como fica a saúde do trabalhar rural, da fauna e da flora. Passarinho usa EPI?
Certa vez um amigo me disse que preferiria que seus filhos não estudassem a ser porta voz de campanhas a favor de substâncias nocivas ao meio ambiente. Concordo com ele e prefiro que o meu filho não faça curso superior se ele tiver que defender a industria da morte. Como este senhor que provavelmente estudou em instituições públicas com o dinheiro de contribuintes e que hoje não presta serviço ao povo brasileiro e sim a industria de agrotóxico e que nem o lucro fica aqui.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Agradecimentos



(Na foto Ouro Preto umas das coisas que me inspiram!)

Depois de cinco anos morando dentro da casa que funciona a pizzaria, mudamos para uma casa grande ao lado da pizzaria, estranhei demais, na primeira noite perdi o sono e fiquei parecendo um fantasma pela casa rsrsrs. Acostumei a viver em três cômodos, o resto da casa era pizzaria, isto é usávamos a cozinha da pizzaria, o banheiro da pizzaria e vivíamos naquele pedaço da casa. As pessoas perguntavam como fazíamos para viver ali,  como era morar no trabalho. Tudo surgiu de uma necessidade quando viemos para Ervália, pagávamos dois aluguéis e para reduzir custos resolvemos morar na pizzaria. Não tinha construído o varandão na lateral da casa, a pizzaria era só a casa, então no fim da noite, no fim do movimento, passávamos um pano no chão e colocávamos os colchões para dormir. Isto explica em parte porque moramos tanto tempo na pizzaria, era pior do que era e foi melhorando aos poucos. A melhor e maior lição para nós é da humildade e felicidade, não precisamos condicionar nossa vida a "ter" podemos ser felizes com o que somos e temos e devemos ser felizes em tudo e em todos os momentos, mesmo nas dificuldades. Porque ser feliz quando está tudo bem é fácil, simples, o difícil mesmo é ser feliz na dificuldade, na provação.
Quero agradecer de coração aos meus clientes e meus funcionários, voçês são guerreiras e guerreiros, na luta por uma pizza melhor. Aos meus fornecedores também um muito obrigado! E o mais importante de tudo Deus este Pai que nunca desampara seus filhos, obrigado meu Pai!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Queijos no Brasil






Com um volume produtivo ligeiramente inferior ao da Holanda, o Brasil ainda tem um consumo de queijo per capita muito baixo, cerca de 4,0 kg, considerando-se sua numerosa população. Esse consumo é 20% inferior ao consumo dos países desenvolvidos, o que indica um enorme potencial para as indústrias de queijo do país.
Para chegar às quase 770 mil toneladas de produção anual de hoje, um volume digno de nota, a história dos queijos brasileiros passou por fases distintas: Embora o Brasil tenha sido descoberto e colonizado por portugueses, povo que já possuía uma cultura queijeira, a produção de queijos por aqui começou muito devagar e, de forma esparsa, situação que perdurou até o final do ciclo da mineração do ouro em Minas Gerais. A principal razão desse atraso residia no fato dos produtores evitarem sacrificar os animais para a produção do coalho necessário, esperando a oportunidade de ter estômago de porcos, tatus, cervos e outras espécies de animais. Claro que o resultado saia diferente a cada tipo de coagulante utilizado.
Somente depois de 1870, com a chegada de vacas da raça holandesa em uma área apropriada para a produção de leite, na serra da Mantiqueira, mais precisamente na vila de Palmyra, (hoje Santos Dumont) é que o queijo passou a ser considerado como uma boa opção para o escoamento do excesso de leite que começava a se verificar por aqueles lados.
Foi então que um comerciante português que vivia na região decidiu convidar dois queijeiros holandeses para iniciar a produção do queijo Edam, que costumava ser exportado da Holanda ao Brasil via Portugal, por isso era conhecido como Queijo do Reino. Após várias tentativas sem sucesso, eles acabaram chegando a um bom resultado e assim nasceu o nosso Queijo do Reino.
Inicialmente, eles eram embalados em latas e enviados para os mercados em São Paulo e Rio de Janeiro e também para Recife. A distância do centro de produção das três principais cidades do país provocava uma maturação complementar, quase sempre em temperatura ambiente. Este processo involuntário acabou transformando o queijo brasileiro em um queijo diferente do original holandês e, para muitos, com um gosto superior ao original.
O curioso é que este queijo ainda utiliza as latas como embalagem, e é difícil convencer os clientes e consumidores que hoje elas não são mais necessárias.
Um pouco antes, nas regiões da serra da Canastra e do Serro, a produção dos queijos artesanais conhecidos como Queijo Minas ganhava cada vez mais importância fora das zonas de origem e hoje, mesmo com as restrições injustamente impostas pelo Ministério da Agricultura, continuam sobrevivendo e exercendo uma grande atração sobre uma multidão de apreciadores desses chamados queijos de “terroir”.
Em 1920, uma pequena onda de imigrantes dinamarqueses chegou ao porto do Rio de Janeiro à procura de um lugar apropriado para a produção de queijos. Eles descobriram o sul de Minas Gerais, onde começaram a produzir queijos inspirados nos originais dinamarqueses, mas adaptados às condições brasileiras. Entre outros, eles criaram o queijo Prato, o Bola, o Estepe e até o Minas Padrão. Esses pioneiros dinamarqueses deixaram uma grande contribuição para a indústria de queijos no Brasil ao difundir uma cultura empresarial ligada à gestão de laticínios, que permanece até hoje.
Autor – Jair Jorge Leandro – Especialista em Queijo
De onde Tirei: expopizzawordepres.com

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Trailer Contra Ressaca e Colocado nas Ruas de Nova York



fabricante de pimentas  molhos apimentados Tabasco colocou nas ruas de Nova York um trailer que distribuiu pratos à base de pimenta, ditos combater os sintomas da ressaca. Batizado de Tabasco Hangover Headquarters, o trailer foi exposto no dia 18 de março - um dia após o de comemoração a São Patrício, ou Saint Patrick, padroeiro da Irlanda e data caracterizada por aumento no consumo de bebida alcoólica. Os pratos foram criados e feitos pelo chef Laurent Tourondel, a mente por trás doempreendimento Bistro Laurent Tourondel, ou BLT. 

O menu envolveu pratos como ovos mexidos, hambúrgueres e mini-pizzas, entre outros, todos apimentados. A comida, distribuída gratuitamente, fez parte de campanha de marketing da Tabasco para os fatores de combate à bebedeira trazidos pela pimenta. 

A Tabasco é uma marca mantida pela McIlhenny Company, responsável pela fabricação do molho desde 1868. A receita veio do empresário Edmund McIlhenny, que plantava mudas de pimenta vermelha em sua casa na Ilha de Avery, no estado norte-americano da Louisiana, desde 1860. Tabasco na realidade era sua segunda opção para o nome da marca. A intenção era nomeá-la Petit Anse, nome de uma ilha da família, que não concordou com seu uso comercial. A fábrica da marca na Ilha de Avery chega a produzir 450 mil garrafas de 60 ml do molho de pimenta por dia.



Pequenas Empresas Grandes Negócios

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O Livro do Brigadeiro





Tem certas coisas que de tão arraigadas e de serem tão vista parecem que nem foram criadas, que simplesmente já nasceram junto com o mundo, uma delas é o Brigadeiro este docinho maravilhoso que faz parte da meninice de todo mundo. Olhando a Net descobri que tem até livro dedicado especialmente para este docinho e uma coisa que eu não sabia era que o nome Brigadeiro foi em homenagem ao candidato a presidência da república Eduardo Gomes, que era Brigadeiro. As suas eleitoras faziam o doce e diziam que era o preferido do Brigadeiro, ficando assim o nome, isso na década de 40 do século passado. Eu tenho comido pouco doce tenho preferido tomar minha cerveja, mas que esse doce é gostoso ninguém pode negar. Esta receita é dos primordios do doce quando ele era feito com gemas de ovos.

Brigadeiro

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
3 gemas de ovo caipira
1 colher (sopa) de manteiga extra
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
Raspas de um bom chocolate para confeitar
Modo de fazer:
Coloque água para ferver em uma panela e cozinhe ali uma lata (fechada) de leite condensado por 30 minutos. Espere esfriar um pouco, abra a lata e despeje seu conteúdo em outra panela, com as gemas, a manteiga e o chocolate em pó. Misture bem, leve ao fogo e mexa sem parar até formar uma bola. Quando estiver frio, faça bolinhas com essa massa, passando-as em raspas de chocolate.

A falta que a normalidade nos faz

Hoje na pizzaria recebi uma visita, nesses tempos que não se pode receber visitas. Veio o meu grande amigo Cristiano Sena, veio comer uma pi...