segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Idéias para Casa

Estou querendo muito construir este ano estas imagens consegui em alguns sites na Web. Achei interessante a solução para aproveitar minhas portas de demolição.


Essa foi pintada de amarelo e ficou linda!
essa é a de entrada.

essa pode ser a do quarto, elas são de correr, pensei em usar trilhos de serralheria aqueles usados em portões.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Restaurantes Pelo Mundo


Northern Spy Food Co. Este Restaurante tem tudo a ver com o que penso sobre comida. A primeira loja foi criada em San Francisco, esta da foto e de Nova York o legal e que eles trouxeram para a cidade grande a atmosfera do interior, uso de materiais reaproveitados, reciclagem. Preocupam com o uso de ingredientes naturais e produzidos localmente. Essa é a minha idéia, por isso montei esta pizzaria, para ser um protótipo para crescer além desta cidade, não que eu não esteja satisfeito aqui, estou muito bem, graças a Deus! Mas o desafio é: será que consigo montar em outras cidades um negócio sustentável, que respeite e agrida o menos possível o meio ambiente?
fonte: www.minispace.com
Dando uma olhada na Net encontrei um artigo interesante sobre apicultura. A prefeitura de Nova York liberou a criação urbana de abelhas! Isso mesmo voçê pode criar abelha em cima de uma laje. Foi o que fez Megan Paska que resolveu criar abelhas no Brooklyn em Nova York, até o título é muito legal: Tente em casa, resolvi mante-lo, no caso ta aí o número dois, o número um é sobre vinho feito em casa, depois eu posto ele.


Tente em Casa Parte II: Apicultores Urbanos, um Enxame sobre Nova Iorque 12. dezembro 2010

Nos últimos meses, um enxame de artigos sobre abelhas e tudo o que se relaciona a elas inspirou o público a observar mais de perto os fascinantes hábitos destes pequenos seres que vivem zumbindo e fabricando mel, e a longa e surpreendente lista de seus benefícios para os humanos. A coincidência da misteriosa ameaça de algo chamado Colony Collapse Disorder com a legalização recente da apicultura em Nova Iorque desencadeou o fenômeno da instalação de colmeias nos topos de prédios e nos jardins comunitários da cidade e colocou o apicultor urbano, normalmente acostumado a se esconder, no centro de atenções.


A defensora do cultivo doméstico urbano, Megan Paska, pode dizer com orgulho que ela já era ativa nesta área, antes que ela virasse moda. Nos encontramos com ela há pouco tempo, numa noite de semana, em Williamsburg, no Brooklyn, para batermos um papo e esclarecermos por que as abelhas são uma porta de entrada para a criação de animais.

O início

Moradora de Greenpoint, Brooklyn, e nativa de Baltimore, Maryland, em sua infância e juventude, Megan passava os verões na fazenda da família, no interior da Virgínia. As experiências que teve por lá plantaram as sementes da paixão por uma abordagem prática em relação a seu meio ambiente, seja na cidade ou no campo.

“[Morar numa fazenda] teve um impacto imenso não só sobre meu sentimento em relação à natureza, mas também sobre o meu relacionamento com os alimentos... foi assim que eu descobri a minha predileção pelo alimento plantado em casa, ao contrário do que se compra no supermercado.”



Megan é, em muitos aspectos, uma garota urbana: “Eu cresci na cidade de Baltimore; tem uma parte em mim que adora estar no meio do agito, com acesso à cultura, à boa comida, bebida, e muita gente.”

Mas como muitos batalhadores urbanos cansados, Megan também tem tendência a sentir claustrofobia dentro da selva urbana e deseja entrar em simbiose com seu meio ambiente, uma característica típica da vida rural: “...quando eu fico presa numa cidade por muito tempo, começo a me sentir desequilibrada. Quando me mudei [para o Brooklyn], sabia que ia ser muito importante para mim tentar reproduzir um pouco da natureza aqui. Senão, podia ser que eu ficasse desequilibrada.”

Para compensara vida na cidade, durante sua vida em Baltimore e, depois, no Brooklyn, Megan cultivava plantas em todos os lugares possíveis: telhados, pátios internos, vasos dentro de casa. Seu amor pelo cultivo doméstico logo a levou a procurar novas maneiras de exercitar a auto-suficiência urbana. Ela foi à primeira aula de apicultura em Baltimore, há cinco anos atrás.

Os prós

Megan explica que os produtos das abelhas são saudáveis de diversas maneiras. “O pólen é um alimento completo e [como apicultor] você o inala e o ingere. O mel é antimicrobiano e os apicultores têm a tendência a comer bastante do seu próprio mel.” Até o veneno das abelhas é tido como saudável. Algumas pessoas chegam a usar ferrões de abelhas como agulhas de acupuntura. Apesar de os efeitos não serem comprovados, a crença na apitherapy é muito antiga e difundida.
Além disso, o mel que vem de suas próprias abelhas simplesmente é muito mais gostoso.



“É um bicho completamente diferente” diz Megan. A variedade de substâncias cor de âmbar e grudentas embaladas em plásticos no supermercado é tão processada industrialmente que não apenas perde todas as nuances de sabor, mas também os benefícios à saúde tradicionalmente associados ao mel dos apiários. “O mel que se compra nas lojas vem do Brasil, do Canadá, da Califórnia, do México. Eles colocam tudo em um só pote, cozinham e coam tudo. Quando aquecem o mel, matam todas as enzimas ativas. Ele vira um mel de flores selvagens, estranho e homogeneizado. Perde o seu caráter”

Para Megan, produzir seu próprio mel compensa 100% dos esforços. Além de ser muito gostoso, o mel local proporciona a Megan aquela conexão com os ciclos de vida de seu ambiente natural pela qual sua alma cansada da urbanidade anseia.

“Quando você extrai o mel de uma determinada colmeia, você não está consumindo apenas algo local, mas também algo temporal. Está comendo algo que estava florescendo há mais ou menos um mês atrás, nesta mesma vizinhança. Por isso ele é muito especial. O mel que você prova no Greenpoint [Brooklyn] pode ter um gosto bem diferente do que você prova em Carroll Gardens [Brooklyn]. Há toneladas de tílias na minha vizinhança, então o mel que se extrai da colmeia na primavera é bem caracterizado pelas tílias. Ele é herbáceo, tem um toque de hortelã e uma cor amarelo-esverdeada. Mais tarde no ano, o mel escurece, fica com uma cor castanha, de âmbar, e tem um gosto temperado, de tabaco doce. É impressionante o quanto ele muda.”



Não é de se surpreender que tal prazer gustativo também tenha um valor comercial. Apesar de a apicultura requerer um investimento inicial, Megan diz que se pode começar a ter lucro dentro de pouquíssimo tempo.

“Para começar o cultivo, prepare-se para gastar 500 dólares em uma colmeia, no primeiro ano. Mas... uma vez que as abelhas tenham produzido cera dentro dela, você pode extrair na segunda estação algo entre 45 e 70 quilos de mel. Se você decidir vender mel a seus amigos ou a lojas locais você pode ganhar algo como de 10 a 40 dólares por quilo.”

Mas o elemento mágico da história de Megan Paska é que o que começou como um hobby, evoluiu para um estilo de vida. “Abelhas são como uma porta de entrada para os rebanhos, ” ela brinca, ”você cultiva abelhas, depois passa para as galinhas...” Hoje, ela dá aulas Rooftop Beekeeping 101, organiza excursões de bicicleta pelos apiários e se expande em outros projetos de cultivo doméstico urbano, como o já citado galinheiro, jardinagem no telhado, cultivo de cogumelos; em breve, ela planeja começar a criar coelhos.


Estas atividades não só trouxeram satisfação pessoal a Megan, mas a conectaram com seus vizinhos em Nova Iorque e no Brooklyn que, como ela, tentam criar uma espécie de oásis rural dentro do perímetro urbano.

“Eu conheci muitas pessoas adoráveis. A comunidade está crescendo cada vez mais e o melhor é que nós não nos centramos em um hobby que gira em torno de um objetivo pessoal, mas temos em vista a comunidade e o compartilhamento. É duro encontrar um sentimento de que se pertence a um lugar como Nova Iorque. As pessoas acabam se contaminando pela agitação e é bom ter um grupo de pessoas que se obrigam umas as outras a baixar a velocidade e a curtir as coisas que realmente importam - bons alimentos, bons amigos.”

Os contras

Abelhas picam. Megan deixa bem claro que a pessoa que quer cultivar abelhas não deve ter medo de ferroadas, mesmo que geralmente não seja tão grave. “Uma em cada cinco ou seis vezes em que eu abro uma colmeia para fazer uma inspeção, eu levo uma picada, normalmente na mão.” Aspirantes a apicultores vão gostar de saber que o que não mata, fortifica: “Você desenvolve uma tolerância. É bom receber pequenas doses de veneno regularmente.”

Pode ser que os seus vizinhos não fiquem tão empolgados quanto você com as suas novas amiguinhas zumbidoras. A apicultura continua sendo ilegal em muitas cidades, como também era em Nova Iorque até a primavera de 2010. Até em regiões em que os apicultores urbanos são livres para praticar sua paixão sem infringir a lei, as abelhas são criaturas mal compreendidas, que podem causar desconfiança aos vizinhos e inquilinos.

Megan sugere um comportamento cortês e cuidadoso. Em caso raro de se formarem enxames, os vizinhos devem ser avisados. “Se você vê de 10 a 15.000 abelhas voando e pousando num ramo de árvore de um quintal ou ao lado de uma casa, isso pode causar uma bela diminuição de tolerância.”
Mas quando se tem conhecimentos específicos, isso ajuda você a ter certeza de que suas abelhas não vão fazer nenhuma loucura. “Um apicultor atento sabe como evitar que estas coisas aconteçam.”

O Veredicto

Num tempo em que a população de abelhas corre perigo e a população humana reexamina os longos e caros caminhos pelos quais os alimentos passam para chegar a nossa mesa, não podia haver momento melhor para se iniciar na apicultura urbana.

Megan espera que ela esteja ensinando com o próprio exemplo. “Eu acho que consigo demonstrar como fazer coisas desse tipo sem que isso incomode. Isto pode abrir os olhos de outras pessoas para a possibilidade de produzir alimentos em pequena escala nos seus quintais. A comida realmente não precisa viajar tanto para manter as pessoas bem nutridas.”

Acredite ou não, há até certas vantagens em ter o ambiente urbano como abrigo para sua colmeia. Na cidade, é mais difícil de as abelhas encontrarem plantas tratadas com pesticidas e pode haver até uma densidade mais variada de flores para seu consumo do que em muitas áreas rurais.

Até quem tem medo de não conseguir ter tempo de cuidar das abelhas no meio de tantos outros compromissos da agitada vida urbana, não precisa se preocupar. “Minha opinião é de que todo mundo pode conseguir fazer este tipo de coisa. A apicultura é tão fácil quanto cuidar de plantas em casa... você não precisa mudar todo o seu estilo de vida para incorporar coisas como esta.”

Próximos Passos

Para Megan Paska, todo o barulho a respeito das abelhas colocou o seu projeto em evidência para o público. A tendência atual, entre as pessoas mais jovens, de produzir os próprios alimentos começou a chamar bastante atenção, especialmente dos chefs de cozinha locais. O resultado foram cooperações: nesta primavera, Megan vai cultivar abelhas para ninguém menos do que Mario Batali e Joe Bastianich como parte de uma fazenda de telhado planejada para um de seus restaurantes.



Se você estiver louco para dar asas ao apicultor que existe em você ou apenas um pouco curioso, os links abaixo vão orientar o seu vôo para a direção certa.
Elisabeth Fertig
por Elisabeth Fertig

Links relacionados:
Compre o mel de Megan Paska
Informe-se sobre os outros projetos de Megan

fonte: www.minispace.com

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011




Olha aí minhas janelas, nem parece que deu tanto trabalho para remover 7 (sete) camadas de tinta! O resultado ficou muito bacana, mas confesso estou todo queimado de soda cáustica rsrsrs. O antes e o depois só para voçês terem uma idéia.

Esses móveis são de criação conjunta dos designers do estúdio alemão Entwurf-Direkt. Eles basicamente pegam gavetas antigas e constroem novas estruturas para encaixá-las. E assim eles criam móveis diferentes e cheios de estilo. Muito legal! Tenho pesquisado muitas coisas para construir minha casa e cada vez mais tenho achado coisas diferentes e envolventes esse armário foi encontrado no site da Anna Terra ideiasdefimdesemana.com Mistura de antigo com novo Eu ADDORO!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Consumo Consciente

Como o consumidor consciente e as pequenas empresas vão revolucionar o mercado verde

Uma das grandes reclamações que ouço das pessoas que querem consumir produtos verdes é que simplesmente não os encontram. E é verdade, existem poucos produtos disponíveis para compra e eles são muito difíceis de encontrar. Mas por que isto ocorre?

Estamos vivendo uma transformação, descobrindo a nossa inteligência ecológica e reavaliando a maneira como consumimos, estamos engatinhando rumo ao consumo consciente e esta transição leva tempo.

Empresas também são formadas de pessoas e estão exatamente na mesma situação, elas ainda estão aprendendo sobre sustentabilidade. Escrevi sobre o assunto no artigo:“Sustentabilidade nos negócios: Em essência uma nova maneira de se relacionar com as pessoas e o meio ambiente” e lá contei em que momento vive o mercado verde.

Mas quem são os agentes transformadores que hoje trabalham para criar produtos mais verdes?

Em minha análise pessoal, acredito que as pequenas empresas que nasceram com o DNA da sustentabilidade serão as grandes precursoras deste novo mercado. São estas empresas que transformarão este momento de reflexão em ações, são elas que viabilizarão produtos e serviços que equilibram o lucro, a natureza e as pessoas.

O que potencializa esta vanguarda é que os fundadores destas novas empresas em sua grande maioria são apaixonados pelo seu negócio e extremamente ligados à natureza, muitos deles criam produtos e serviços verdes porque simplesmente não os acham no mercado e inconformados trazem pra sua vida o desafio de criá-los e disponibilizá-los.

Este forte significado pessoal gera uma clareza de objetivos para a empresa, ela já nasce profundamente comprometida a ser uma empresa verde de verdade. Produzir produtos verdes será pré-requisito, será obrigatório e não uma informação vazia na missão da empresa.

Outra grande vantagem é que a estrutura de uma pequena empresa é perfeita para este tipo de desafio, devido a seu pequeno porte ela é flexível e próxima aos consumidores,ela pode avançar e recuar com rapidez, pode, por exemplo, lançar uma linha de produtos, pegar um feedback do cliente e transformá-los, ou descobrir um processo mais sustentável, testá-lo e já colocá-lo em prática. É exatamente isto que o mercado verde precisa, inovar com rapidez e com objetivo claros.

Para ilustrar o conceito da flexibilidade e parceria, gostaria de contar o e exemplo do desenvolvimento da embalagem sustentável para as camisetas ecológicas do Coletivo Verde. Assista ao vídeo:


O Coletivo Verde gerou uma idéia inicial de embalagem e contratou o escritório de design Design simples para desenvolve-la. Após meses de estudos o escritório apresentou soluções super bacanas e sustentáveis de embalagem, entre elas a solução da embalagem-floreira do video.

E este é apenas um dentre os milhares de exemplos de parcerias e empreitadas que as pequenas empresas verdes estão liderando. Acredito que 2011 será o ano dos lançamentos, nós mesmo estamos preparando boas surpresas.

Se você quiser ler toda a história do desenvolvimento da embalagem e o desfecho do projeto acesse o post sobre a embalagem sustentável..

As grandes empresas também investem em pesquisa e desenvolvimento mas possuem uma grande desvantagem que é o seu tamanho. Por incrível que pareça o fato de serem gigantes no mercado impedem uma atuação com expressão, estas empresas enxergam o mercado verde como um mercado de futuro que hoje é fragmentado e com poucos dados confiáveis.

O risco de investir em um produto inovador para um mercado desconhecido é muito alto e poucas empresas estão dispostas a corrê-lo. É por isto que a grande maioria dos produtos lançados por grandes empresas são conceituais, superficiais ou até mesmo ações de greenwash (atitude de burlar, maquiar ou enganar o consumidor sobre a sustentabilidade do produto).

Outro ponto não menos importante é que a sustentabilidade exige a flexibilidade e uma intimidade com a natureza que uma sociedade anônima só consegue com um esforço bastante grande.

É claro que as grandes empresas e o Estado terão papéis importantíssimos nesta transição, mas acredito que será a médio prazo, quem desbravará e criará os produtos e serviços verdes de verdade, serão as pequenas empresas verdes e valentes.



Mas como eu consumidor, posso fazer parte da construção desta nova era?

O consumidor é quem decide se uma empresa deve crescer ou falir, quem esta no comando é você, a força de seu consumo e de sua opinião é que vai decidir se as políticas de uma empresa e a sua postura em relação a natureza e as pessoas devem continuar ou deixar de existir.

O maior desafio de uma empresa verde hoje é ter sustentabilidade financeira, muita delas foram construidas com capital do próprio empreendedor e muitas delas operam no vermelho, investindo seus recursos em pesquisa e desenvolvimento para melhorar processos e produtos e torná-los mais verdes.

Isto no dia a dia é muito complicado, está tudo ali e é fácil pegar o “atalho” e lançar um produto igual ao que todos fazem, mas não, estas empresas sacrificam o lucro e o caminho convencional acreditando que é possível fazer melhor.

É um caminho duro, mas recompensador, você pode ter certeza: independente do segmento esta empreitada vale a pena, a única incógnita é o tempo necessário para que os frutos emadureçam e a empresa comece a operar com sustentabilidade financeira.

E é ai que o consumidor inovador pode fazer a diferença. Se a empresa está em fase de desenvolver um produto, você pode participar em pesquisas, testes e se envolver com o processo. Se ela já possuir um produto no mercado, compre-o e dê a sua mais sincera opinião.

Para ficar mais fácil e objetivo, criei uma listinha de 4 dicas rápidas para ajudar uma empresa verde:

Compre!
A compra é o ato mais concreto de apoio que você pode dar a uma empresa verde, é o que vai fazer a empresa sobreviver, crescer e continuar com seu trabalho. Consuma de maneira consciente e se estiver em dúvida mande um e-mail para o dono do negócio, bata um papo e tire suas dúvidas.

Elogie ou “desça a lenha”
Se a empresa fez um bom trabalho, elogie e conte porque gostou. Se foi um trabalho ruim e você não ficou satisfeito, desça a lenha. Seja duro e conte a verdade. Só com a sua opinião sincera os empreendedores poderão visualizar seus problemas, resolvê-los e oferecer um produto e serviço melhor.

Se envolva, faça parte espalhe a mensagem
O que mais impede o consumo de produtos ecológicos é a falta de informação, por isso, escreva sua opinião nas redes sociais, debata com seus amigos da faculdade, escola, trabalho e espalhe a mensagem. Não se importe com o nível de conhecimento que você possui sobre sustentabilidade, todos nós temos muito a aprender, o importante é trazer a sustentabilidade para o nosso dia a dia.

Tenha certeza de que sua ação faz a diferença
Eu cansei de ouvir pessoas dizendo que a compra de um produto ecológico não faz diferença, isso é papo furado. Acredite, para nós, que estamos todo os dias lutando para crescer e construir empresas verdes, toda compra e todo feedback é uma vitória, ele é o combustível e força para continuarmos.

Vamos juntos!

Este post foi originalmente escrito para o blog Greenvana Style no qual escrevo semanalmente.


Tags: consumidor responsável, Consumo Consciente, empreendedorismo sustentável, mercado verde, Produtos Ecológicos, startup verde, startups, sustentabilidade

Escrito por: Guilherme Augusti Negri (www.coletivoverde.com.br)

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Restaurante Renovado!





O antes e depois desse restaurante ficou demais! Estou pensando em expandir a minha pizzaria e usar muita madeira de demolição. Tenho garimpado muita coisa, a minha sorte e que as pessoas daqui não dão valor as madeiras de casas antigas. Ouvi muita crítica, do tipo: É pra lenha? rsrsrs





















Detalhes de madeira de demolição nos nichos de vinhos.











Molduras vazias, por trás um painel de madeira, muito bom!


















Cestos antigos de arame como luminárias, muito legal!

E como era o restaurante, quanta diferença!


site: alcovamoderna.wordpress.com

Felicidade Zen


Lembro de uma letra de música do Hanói Hanói um grupo de rock dos anos 80 que dizia: ^A felicidade é zen ningém rouba, ninguém vende, ou dá a ninguém^ é com essa música que quero dizer o que sinto a respeito de felicidade e o fato de ter largado uma vida numa cidade maior (Juiz de Fora) e ter vindo para uma cidade pequena Ervália. Tava cansado de ser mais uma na multidão e estar sozinho no meio de muita gente, sonhava com uma vida melhor para min e a minha família, uma vida mais tranquila, consegui. Muita gente até hoje me critica por fazer o caminho inverso, cidade grande-cidade pequena, mas o que posso fazer? Tenho que lutar pelo que acredito e assim vou vivendo e sendo feliz do meu jeito, sem correria e sem stress. É claro que sinto falta de certas coisas de cidade grande como mais opções de compras e novidades, mas isso é recompensado pela paz e tranquilidade, coisas que pra min num tem preço. Ainda tenho a opção de dar uns passeios e fazer compras em cidades maiores. Confesso quando chego e penso na minha cidade fico louco para voltar para casa. Fiz grandes amizades aqui, uma coisa que não falta aqui é hospitalidade, as pessoas gostam de gente de fora. Raro hoje em dia onde o novo é visto como ameaça, aqui não! Pessoas novas são muito bem vindas. Coisa que o turismo da região deve explorar e divulgar aos quatro cantos: Ervália terra do café e da hospitalidade!

P S: Quem quiser conhecer entre em contato e mostrarei a voçes o que é hospitalidade mineira
Nas fotos: Vista da cidade e as montanhas de Ervália

Sobre os Ôns Japaoneses

Os Ôms Japoneses: Ônkotáva? Ônkotô? Ônkovô? Esse é o dilema de todo empreendedor, já detectei que ser empreendedor é ser um ete...