addoro pizza!

Fazemos comida realmente gostosa. Colocamos nossa alma, tudo de nós em cada pizza e prato que fazemos. Entendemos que não vendemos só alimentos, mas do que nunca vendemos diversão, união entre pessoas. O ser e o compartilhar. Alegria e prazer é o que queremos que os nossos clientes tenham. Sejam bem vindos! Jeito de ser da Pizzaria AddOro Pizza

terça-feira, 8 de maio de 2012

Tudo Rústico









Curso de Bio Construções

Fiz em Viçosa Minas um curso que adorei e pretendo aplicar na minha casa e na minha pizzaria. Um curso que resgata técnicas antigas de construção como Adobe, Pau-a-pique, reboco com barro, tintas de solo. O curso é muito bom e recomendo para todos que queiram ser a mudança no mundo. Algumas fotos:










Temperando a Sustentabilidade



Tem pessoas que falam que somos loucos e bobos ao mesmo tempo por insistir em acreditar em nossas idéias. Quando resolvo fazer tempero ao invés de comprar um que vem de longe, algumas pessoas ficam me questionando sobre o trabalho que dá, na perda de tempo que é fazer certas coisas afinal, basta ir ao mercado e comprar, por que perder tempo em fazer?
Não penso assim se quero ter uma empresa sustentável tenho que lutar por pequenas coisas que no final para min será uma grande diferença. E as pessoas pensam que tudo tem que ser grandioso para se fazer diferença. E não é bem assim, com pequenos gestos, que vão se somando no final temos um grande resultado.
Foi assim que colhi um pouco de urucum para fazer coloral, não sei se voçê sabe mas esse tempero mineiro feito de sementes vermelhas evita que o frango ao cozinhar fique com aquele aspecto branquelo que eu particularmente detesto. Em outras regiões eles chamam de colorífico.
Voltando a questão do tempo eu gosto de fazer meus temperos, gosto de debulhar, retirar as sementes, sobrar na peneira para retirar as casquinhas, esquentar no óleo para retirar todo o vermelho das tais sementinhas, sinto uma paz, sei lá o que mais fazendo isso. Tem também o fato de padronizar o sabor (para melhor é claro) me dá uma tranquilidade

Desinformação




Fico esperando a segunda feira para comprar o jornal Estado de Minas com o suplemento de agricultura. Quero falar para voçês que minha paixão pelo campo e avassaladora e que um dos meus sonhos e produzir alimentos.
Por coincidência das mais felizes eu cursei o curso já aclamado de Homeopatia na universidade de Viçosa curso que é referencia para a América Latina.Entrei no curso achando que era de homeopatia de humanos e o curso era mais completo abrangia homeopatia de águas, solos, animais, plantas e também o ser humano, por isso a feliz coincidência.
 Fiquei estarrecido com o artigo publicado por José Annes Marinho no suplemento Agricultura do Jornal Estado de Minas do dia 07/05/2012  dizendo que a sociedade só tem a ganhar com a produção de alimentos com o uso de agrotóxico. Não entendi usar veneno na agricultura é bom? É bom pra quem? Este senhor é patrocinado por alguma empresa? Ele diz no artigo que '' Há muitos fatos que levam pessoas a discorrerem e buscarem explicações, quase sempre, infundadas sobre esta tecnologia'' no caso leia-se Agrotóxico como tecnologia de produção de alimentos limpos segundo o nosso autor deste artigo.
Agrotóxico é acumulativo?  E as pesquisas que dizem dos malefícios, são terrorismo de eco xiitas? Este senhor deveria se envergonhar de dizer que agrotóxico é seguro e o pior é ele chamar veneno de defensivo...
Falar que as plantas não produzem sem agrotóxico é uma coisa, pois algumas espécies foram feitas para só produzirem com agrotóxico e adubo químico, mas dizer que isso é bom e que existe níveis de quantidades que podemos ingerir, devemos então pela visão deste senhor banir a propaganda contra o cigarro, afinal para o Engenheiro existe níveis aceitáveis de exposição ao tabaco, nicotina, arsênico existente no fumo.
Este engenheiro presta um desserviço ao povo brasileiro, onde somos campeões de uso de agrotóxico e não defensivo, alias foi a pressão da população é que proibiu o uso de DEFENSIVO pra se referir a AGROTÓXICO.
E as mortes pela exposição ao veneno? Seria mera fatalidade? Ou o não uso de EPI? francamente fiquei decepcionado com o Jornal Estado de Minas por permitir este respeitável doutor engenheiro escrever esta besteira no seu jornal.
Outa coisa absurda e ele defender veneno para baratear alimentos e o custo com a saúde onde fica?
Que coisa... depois reclamam da queda nas vendas de jornal. também com um artigo que defende o indefensável podemos acreditar em tudo até em teorias conspiratórias como a que sumiu com o livro O Futuro Roubado que fala sobre os agrotóxicos. Este livro desapareceu das prateleiras a editora não quer reedita-lo será porque? Falta de interesse do público em saber a verdade ou ocultação de provas voçê escolhe em quem acreditar. O autor do artigo que diz que é impossível produzir sem agrotóxico e as pesquisas feitas por pesquisadores independentes que dizem que o agrotóxico faz mal? e como fica a saúde do trabalhar rural, da fauna e da flora. Passarinho usa EPI?
Certa vez um amigo me disse que preferiria que seus filhos não estudassem a ser porta voz de campanhas a favor de substâncias nocivas ao meio ambiente. Concordo com ele e prefiro que o meu filho não faça curso superior se ele tiver que defender a industria da morte. Como este senhor que provavelmente estudou em instituições públicas com o dinheiro de contribuintes e que hoje não presta serviço ao povo brasileiro e sim a industria de agrotóxico e que nem o lucro fica aqui.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Agradecimentos



(Na foto Ouro Preto umas das coisas que me inspiram!)

Depois de cinco anos morando dentro da casa que funciona a pizzaria, mudamos para uma casa grande ao lado da pizzaria, estranhei demais, na primeira noite perdi o sono e fiquei parecendo um fantasma pela casa rsrsrs. Acostumei a viver em três cômodos, o resto da casa era pizzaria, isto é usávamos a cozinha da pizzaria, o banheiro da pizzaria e vivíamos naquele pedaço da casa. As pessoas perguntavam como fazíamos para viver ali,  como era morar no trabalho. Tudo surgiu de uma necessidade quando viemos para Ervália, pagávamos dois aluguéis e para reduzir custos resolvemos morar na pizzaria. Não tinha construído o varandão na lateral da casa, a pizzaria era só a casa, então no fim da noite, no fim do movimento, passávamos um pano no chão e colocávamos os colchões para dormir. Isto explica em parte porque moramos tanto tempo na pizzaria, era pior do que era e foi melhorando aos poucos. A melhor e maior lição para nós é da humildade e felicidade, não precisamos condicionar nossa vida a "ter" podemos ser felizes com o que somos e temos e devemos ser felizes em tudo e em todos os momentos, mesmo nas dificuldades. Porque ser feliz quando está tudo bem é fácil, simples, o difícil mesmo é ser feliz na dificuldade, na provação.
Quero agradecer de coração aos meus clientes e meus funcionários, voçês são guerreiras e guerreiros, na luta por uma pizza melhor. Aos meus fornecedores também um muito obrigado! E o mais importante de tudo Deus este Pai que nunca desampara seus filhos, obrigado meu Pai!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Queijos no Brasil






Com um volume produtivo ligeiramente inferior ao da Holanda, o Brasil ainda tem um consumo de queijo per capita muito baixo, cerca de 4,0 kg, considerando-se sua numerosa população. Esse consumo é 20% inferior ao consumo dos países desenvolvidos, o que indica um enorme potencial para as indústrias de queijo do país.
Para chegar às quase 770 mil toneladas de produção anual de hoje, um volume digno de nota, a história dos queijos brasileiros passou por fases distintas: Embora o Brasil tenha sido descoberto e colonizado por portugueses, povo que já possuía uma cultura queijeira, a produção de queijos por aqui começou muito devagar e, de forma esparsa, situação que perdurou até o final do ciclo da mineração do ouro em Minas Gerais. A principal razão desse atraso residia no fato dos produtores evitarem sacrificar os animais para a produção do coalho necessário, esperando a oportunidade de ter estômago de porcos, tatus, cervos e outras espécies de animais. Claro que o resultado saia diferente a cada tipo de coagulante utilizado.
Somente depois de 1870, com a chegada de vacas da raça holandesa em uma área apropriada para a produção de leite, na serra da Mantiqueira, mais precisamente na vila de Palmyra, (hoje Santos Dumont) é que o queijo passou a ser considerado como uma boa opção para o escoamento do excesso de leite que começava a se verificar por aqueles lados.
Foi então que um comerciante português que vivia na região decidiu convidar dois queijeiros holandeses para iniciar a produção do queijo Edam, que costumava ser exportado da Holanda ao Brasil via Portugal, por isso era conhecido como Queijo do Reino. Após várias tentativas sem sucesso, eles acabaram chegando a um bom resultado e assim nasceu o nosso Queijo do Reino.
Inicialmente, eles eram embalados em latas e enviados para os mercados em São Paulo e Rio de Janeiro e também para Recife. A distância do centro de produção das três principais cidades do país provocava uma maturação complementar, quase sempre em temperatura ambiente. Este processo involuntário acabou transformando o queijo brasileiro em um queijo diferente do original holandês e, para muitos, com um gosto superior ao original.
O curioso é que este queijo ainda utiliza as latas como embalagem, e é difícil convencer os clientes e consumidores que hoje elas não são mais necessárias.
Um pouco antes, nas regiões da serra da Canastra e do Serro, a produção dos queijos artesanais conhecidos como Queijo Minas ganhava cada vez mais importância fora das zonas de origem e hoje, mesmo com as restrições injustamente impostas pelo Ministério da Agricultura, continuam sobrevivendo e exercendo uma grande atração sobre uma multidão de apreciadores desses chamados queijos de “terroir”.
Em 1920, uma pequena onda de imigrantes dinamarqueses chegou ao porto do Rio de Janeiro à procura de um lugar apropriado para a produção de queijos. Eles descobriram o sul de Minas Gerais, onde começaram a produzir queijos inspirados nos originais dinamarqueses, mas adaptados às condições brasileiras. Entre outros, eles criaram o queijo Prato, o Bola, o Estepe e até o Minas Padrão. Esses pioneiros dinamarqueses deixaram uma grande contribuição para a indústria de queijos no Brasil ao difundir uma cultura empresarial ligada à gestão de laticínios, que permanece até hoje.
Autor – Jair Jorge Leandro – Especialista em Queijo
De onde Tirei: expopizzawordepres.com

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Olha Esta base Para Pizza

Uma base de papel para comer a pizza com as mãos de forma mais higiênica.Boa idéia, vou implantar aqui na pizzaria












De onde Tirei isso? marketingnacozinha.com.br




terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Trailer Contra Ressaca e Colocado nas Ruas de Nova York



fabricante de pimentas  molhos apimentados Tabasco colocou nas ruas de Nova York um trailer que distribuiu pratos à base de pimenta, ditos combater os sintomas da ressaca. Batizado de Tabasco Hangover Headquarters, o trailer foi exposto no dia 18 de março - um dia após o de comemoração a São Patrício, ou Saint Patrick, padroeiro da Irlanda e data caracterizada por aumento no consumo de bebida alcoólica. Os pratos foram criados e feitos pelo chef Laurent Tourondel, a mente por trás doempreendimento Bistro Laurent Tourondel, ou BLT. 

O menu envolveu pratos como ovos mexidos, hambúrgueres e mini-pizzas, entre outros, todos apimentados. A comida, distribuída gratuitamente, fez parte de campanha de marketing da Tabasco para os fatores de combate à bebedeira trazidos pela pimenta. 

A Tabasco é uma marca mantida pela McIlhenny Company, responsável pela fabricação do molho desde 1868. A receita veio do empresário Edmund McIlhenny, que plantava mudas de pimenta vermelha em sua casa na Ilha de Avery, no estado norte-americano da Louisiana, desde 1860. Tabasco na realidade era sua segunda opção para o nome da marca. A intenção era nomeá-la Petit Anse, nome de uma ilha da família, que não concordou com seu uso comercial. A fábrica da marca na Ilha de Avery chega a produzir 450 mil garrafas de 60 ml do molho de pimenta por dia.



Pequenas Empresas Grandes Negócios

domingo, 5 de fevereiro de 2012

O Livro do Brigadeiro





Tem certas coisas que de tão arraigadas e de serem tão vista parecem que nem foram criadas, que simplesmente já nasceram junto com o mundo, uma delas é o Brigadeiro este docinho maravilhoso que faz parte da meninice de todo mundo. Olhando a Net descobri que tem até livro dedicado especialmente para este docinho e uma coisa que eu não sabia era que o nome Brigadeiro foi em homenagem ao candidato a presidência da república Eduardo Gomes, que era Brigadeiro. As suas eleitoras faziam o doce e diziam que era o preferido do Brigadeiro, ficando assim o nome, isso na década de 40 do século passado. Eu tenho comido pouco doce tenho preferido tomar minha cerveja, mas que esse doce é gostoso ninguém pode negar. Esta receita é dos primordios do doce quando ele era feito com gemas de ovos.

Brigadeiro

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
3 gemas de ovo caipira
1 colher (sopa) de manteiga extra
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
Raspas de um bom chocolate para confeitar
Modo de fazer:
Coloque água para ferver em uma panela e cozinhe ali uma lata (fechada) de leite condensado por 30 minutos. Espere esfriar um pouco, abra a lata e despeje seu conteúdo em outra panela, com as gemas, a manteiga e o chocolate em pó. Misture bem, leve ao fogo e mexa sem parar até formar uma bola. Quando estiver frio, faça bolinhas com essa massa, passando-as em raspas de chocolate.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Viagem

Nesta semana que passou fiz uma viajem para o litoral do Rio em Angra dos Reis e Paraty. Já sabia que era um lugar de milhonários, mas fiquei assustado, como está caro viajar pelo Brasil. Os restaurantes, a comida de rua, a cerveja, o lanche tudo muito caro. E a ironia era que procuramos uma barraca na praia que fosse mais em conta, achamos uma que era bem simples, "pé no chão" mesmo e a surpresa! Era a mais cara que a outra que ficamos, uma mais organizada e com um excelente atendimento, vai entender... Um lugar que ficará para sempre na minha memória essa tal de Vila de Paraty, será porque temos laços históricos os Mineiros e o porto de Paraty? Não sei mas só sei que ficará na cabeça o Sushi do Cais em Angra dos Reis, o Hamburguer do Sandubas em Paraty (o de Angra não estava bom quanto a filial de Paraty). Comi um Pastel de angú de uma moça de Belo Horizonte que mora em Paraty que estava maravilhoso. Conheci  Trindade, um lugar maravilhoso que pretendo voltar um dia. E sabe o que acho importante de viajar? É conhecer coisas novas ter novas idéias que serão aplicadas aqui na Pizzaria, por isso meu pai disse que é importante viajar arrejar a cabeça e voltar com gás para os negócios, afinal as vezes com uma idéia, que voçê viu na viagem, e se essa idéia for lucrativa pode render muito e as vezes pagar com sobra os custos dessa viajem.Ete preparar para outras.
As fotos:






Lindo demais apesar de ter problemas com o lixo (tinha um lixão na rodovia Rio Santos que estava com muito cheiro e urubus...)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Acertando Contas Com o Passado

Outro dia me deu vontade de comer empadinhas. E tinha um tempão que eu não fazia. A um certo tempo atrás eu tinha uma fábrica de salgados e "quebrei" com ela. Foi um período de muito sofrimento na minha vida. Mas pelo visto tenho acertado contas com o passado que estou fazendo de novo!







Estas foram de palmito que comprei fresquinho e preparei em conserva. A Receita é esta:

280g de banha de porco
280g de manteiga
2 ovos
1 colher sopa de sal
1 Kg de farinha
1 gema para pincelar

Modo de fazer;
Misture todos os ingredientes com as pontas do dedo. Abra nas forminhas e coloque o recheio.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Pizzeria Capanna

Estou sempre a procura de inspirações para minha pizzaria, e quando construir minha casa também. Achei estas imagens no By Floor A mistura de retrô com moderno e principalmente a utilização de materiais de demolição, muito show!













Piso de ladrilho hidráulico, cadeiras de diferentes modelos, tudo de muito bom gosto!

Adega mais antiga do Mundo



Arqueólogos encontraram-na em grutas na Arménia e dataram-na de há 6100 anos







Amais antiga adega de que há conhecimento foi descoberta numa gruta nas montanhas da Arménia. Uma cuba para esmagar as uvas tintas, jarros para fermentação e até mesmo uma caneca e uma garrafa com cerca de 6100 anos foram descobertos num complexo de grutas por um grupo internacional de investigadores.
Muito embora já tenham sido encontradas provas mais velhas de consumo de vinho, este é o exemplo mais antigo de uma produção completa, de acordo com Gregory Areshian, da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, co-director da escavação.
A descoberta, anunciada pela National Geographic Society, é divulgada na edição electrónica do Journal of Archaeological Science. "As provas sustentam, de forma convincente, um complexo de vinificação", afirmou Patrick McGovern, director científico do Laboratório de Arqueologia Biomolecular do Museu da Universidade de Pensilvânia, em Filadélfia, que não fazia parte da equipa de investigação. Tal produção de vinho em larga escala implica que a uva euro-asiática já tivesse sido aclimatada, referiu McGovern.
A mesma zona da Arménia foi o local de descoberta, no passado Verão, do sapato de couro mais antigo, com cerca de 5500 anos. De acordo com os arqueólogos, dentro da caverna encontrava-se uma cuba rasa com cerca de um metro de diâmetro, que estava colocada de forma a drenar para um jarro colocado a uma cota mais baixa.
A cuba pode ter servido como um lagar, onde as pessoas pisavam as uvas com os pés, um método tradicional muito antigo. De igual forma, encontraram sementes de uva, restos de uvas prensadas e dezenas de videiras secas. As sementes eram provenientes do mesmo tipo de uvas - itis vinifera vinifera - ainda usado para fazer vinho.
Utilização em cerimónias
Os mais antigos restos de uvas comparáveis aos agora encontrados haviam sido descobertos no túmulo do antigo rei egípcio Scorpion I, com cerca de 5100 anos. Como a instalação vinícola foi encontrada rodeada por túmulos, os investigadores sugerem que o vinho devia ter como finalidade a utilização em cerimónias.
Essa ideia foi aceite por McGovern, que realçou a importância do vinho nas celebrações fúnebres e que foi utilizado, mais tarde, para doações nos túmulos.
Na realidade, afirmou, "mesmo em regiões de várzea, como o Egipto antigo, onde a cerveja reinava soberanamente, vinhos especiais do delta do Nilo eram necessários como ofertas funerárias e enormes quantidades de vinho eram consumidas nas principais festas reais e religiosas".
McGovern observou que cubas similares para pisar as uvas e jarros para armazenamento foram encontrados ao redor da área mediterrânica.
Nos seus livros, McGovern sugere que uma "cultura vinícola", incluindo a climatização das uvas euro-asiáticas, foi consolidada, pela primeira vez, nas regiões montanhosas à volta da Arménia antes de se se ter deslocado para a Região Sul da Europa.

http://www.jn.pt

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Latas de Cerveja com Design

Apaixonei por estas Latas gostaria de ter na minha coleção:






essa eu achei no site Papo de Bar